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Arquitetura do Impossível
Fotograma antigo em preto e branco: a pista da ponte inclinada e torcida, com um carro parado e inclinado no meio, postes de luz tortos e os pendurais verticais dos dois lados O tabuleiro torcendo na manhã de 7 de novembro de 1940, visto da torre leste, num quadro do filme de 16 mm do professor F. Bert Farquharson, da Universidade de Washington. — F. B. Farquharson, Universidade de Washington (reprodução: Historic American Engineering Record, Library of Congress) · Domínio público
Obra 24 · Mundo

Ponte de Tacoma Narrows

Estreito de Tacoma Narrows, entre Tacoma e a península de Kitsap, Washington, Estados Unidos · 1938–1940

Pendurar 853 metros de pista sobre um estreito de ventos fortes com uma viga de apenas 2,4 metros de altura, num tempo em que a engenharia calculava o empurrão do vento, mas não sabia calcular o vento torcendo uma ponte até parti-la.

Em 1º de julho de 1940, o estado de Washington, nos Estados Unidos, abriu a terceira ponte pênsil de maior vão do mundo, sobre o estreito de Tacoma Narrows, entre a cidade de Tacoma e a península de Kitsap. Era fina e elegante como nenhuma outra. Desde a obra, balançava tanto que os operários a apelidaram de Galloping Gertie, a Gertie Galopante.

Em 7 de novembro de 1940, quatro meses depois, um vento de cerca de 68 km/h a fez torcer até o tabuleiro se partir e cair no mar. Na queda, nenhuma pessoa morreu, só um cachorro. O desastre foi filmado, e o filme virou material de aula em escolas de engenharia do mundo inteiro: a prova de que uma ponte calculada para resistir ao vento podia ser destruída por ele de um jeito que os cálculos da época não previam.

FICHAFicha da obra

Por quêLigar Tacoma à península de Kitsap, que dependia de balsa: em 1939, a balsa levou 205.842 veículos, média de 564 por dia. Uma travessia ferroviária fora cogitada já em 1889, e a Câmara de Comércio de Tacoma financiava estudos desde os anos 1920.os números da balsa vêm do departamento de transportes de Washington1 fonte
Quem quisA Washington State Toll Bridge Authority, criada pelo Legislativo estadual em janeiro de 1937 para construir pontes pagas com pedágio. O dinheiro veio da Public Works Administration, a agência de obras do New Deal, aprovado em 23/06/1938.2+ fontes
ProjetoO engenheiro de pontes do estado, Clark Eldridge, desenhou uma ponte com treliça de enrijecimento de 7,6 m de altura, estimada em US$ 11 milhões. A verba federal exigiu consultores de fora, e Leon Moisseiff, de Nova York, trocou a treliça por uma viga de alma cheia de 2,4 m, alongou o vão e baixou a estimativa para cerca de US$ 7 milhões.2+ fontes
Quem construiuA Pacific Bridge Company, de São Francisco, com a General Construction Company, de Seattle, e a Columbia Construction Company. O aço da superestrutura veio da Bethlehem Steel; o fio dos cabos, da John A. Roebling's Sons.1 fonte
PrazoObra iniciada em 23/11/1938 e concluída em 30/06/1940, em 19 meses. Inaugurada em 01/07/1940, diante de 7 mil ou 10 mil pessoas, conforme a fonte.o público da inauguração diverge2+ fontes
OperáriosMais de 200 homens como equipe típica e cerca de 225 nos meses finais, segundo o departamento de transportes do estado, ganhando em média US$ 1,35 por hora. Havia uma mulher, Marie Guske. O total de trabalhadores que passaram pela obra não foi registrado.1 fonte
Mortes na construçãoUma, segundo o departamento de transportes de Washington: o carpinteiro Fred Wilde, que tropeçou e caiu de 3,7 m em 27/06/1940, quatro dias antes da inauguração. No dia seguinte, o pintor Pete Kreller caiu 58 m no estreito e sobreviveu.1 fonte
CustoUS$ 6,4 milhões. A divisão entre doação e empréstimo federal varia entre as fontes: 45% a fundo perdido, segundo o estado; US$ 2,8 milhões de doação e US$ 3,3 milhões de empréstimo, segundo um histórico publicado pela ASCE. O pedágio era de 75 centavos por carro em cada sentido.pelo índice de preços ao consumidor dos EUA (1940 = 14,0; 2025 = 321,9), US$ 6,4 milhões equivalem a cerca de US$ 147 milhões de 2025diverge
MedidasVão central de 853 m e 1.810 m de comprimento com os acessos. Largura de 11,9 m entre os cabos, com pista de duas faixas. Torres de 129,5 m acima dos pilares. Relação entre a altura da viga e o vão de 1 para 350, sem precedente na época.2+ fontes
A quedaEm 07/11/1940, com vento de 68 km/h, o tabuleiro passou a torcer, com até 8,5 m de desnível entre as bordas. Por volta das 11h, um trecho de 183 m do vão central se soltou e caiu de quase 60 m no estreito.a altura da queda aparece como 59 ou 58 m2+ fontes
Vítimas da quedaNenhuma pessoa. Morreu Tubby, o cão da família do jornalista Leonard Coatsworth, que ficou no carro abandonado no meio da ponte.2+ fontes
CausaFlutter torsional: uma vibração autoexcitada, em que a torção da ponte mudava o ar em volta dela e o vento passava a empurrar a torção no mesmo sentido. A junta federal de investigação, de Othmar Ammann, Theodore von Kármán e Glenn Woodruff, apontou em 1941 a flexibilidade excessiva.2+ fontes
O prejuízoAcordo de US$ 4 milhões com as seguradoras em agosto de 1941. O salvamento do aço, até maio de 1943, deu prejuízo de US$ 350.933.o valor do seguro vem do departamento de transportes do estado; o prejuízo do salvamento aparece em mais de uma fonte1 fonte
A ponte novaAberta em 14/10/1950 sobre os pilares e ancoragens de 1940, com treliça funda e vazada, testada antes em túnel de vento. Custou US$ 14.011.384,28. Três ou quatro operários morreram na obra, conforme a fonte.a data é confirmada; custo de fonte única; mortes divergemdiverge
A segunda paralelaAberta ao tráfego em 16/07/2007, ao lado da de 1950. Custou US$ 849 milhões e leva o tráfego em direção a Tacoma, com pedágio; a de 1950 leva o tráfego no sentido oposto, de graça.1 fonte
HojeOs destroços de 1940 estão no fundo do estreito e entraram no Registro Nacional de Lugares Históricos dos EUA em 1992. A ponte de 1950 teve reparo emergencial numa junta em 22/04/2026; o estado prevê trocar as juntas grandes em 2027.2+ fontes
2+ fontes Confirmado em duas ou mais fontes independentes.1 fonte Uma fonte só; o texto diz qual.diverge As fontes discordam; mostramos as versões e não escolhemos.sem registro Ninguém registrou. Dizemos isso em vez de inventar.

01Uma ponte fina demais

O estreito de Tacoma Narrows é um braço do Puget Sound, no estado de Washington, no noroeste dos Estados Unidos. De um lado fica Tacoma; do outro, a península de Kitsap. Até 1940, a travessia era de balsa. Uma autoridade estadual de pedágio, criada em 1937, ficou encarregada de fazer a ponte, e o dinheiro veio da Public Works Administration, a agência de obras do New Deal.

O primeiro projeto foi do engenheiro de pontes do estado, Clark Eldridge: uma ponte pênsil com uma treliça de aço de 7,6 m de altura debaixo da pista, para dar rigidez ao tabuleiro. Custaria US$ 11 milhões. A verba federal, segundo o departamento de transportes do estado, veio com a exigência de contratar consultores de fora. O consultor da superestrutura foi Leon Moisseiff, de Nova York, um dos engenheiros de pontes pênseis mais respeitados do país, principal defensor, nos Estados Unidos, da teoria da deflexão, e consultor da Golden Gate, em São Francisco.

A teoria da deflexão, que Moisseiff aplicava, dizia que, numa ponte pênsil longa, o próprio peso dos cabos e do tabuleiro absorve boa parte das cargas, e por isso a viga pode ser mais leve e mais flexível. Ele trocou a treliça de 7,6 m por uma viga de chapa de aço de alma cheia, de 2,4 m, alongou o vão para 853 m e baixou a estimativa para cerca de US$ 7 milhões. A relação entre a altura da viga e o vão ficou em 1 para 350, sem precedente na época. A largura, de 11,9 m entre os cabos, era 1/72 do vão. Segundo o departamento de transportes do estado, a ponte foi calculada para aguentar o empurrão lateral de um vento de 193 km/h.

FIG. 02A praça de pedágio e a torre da ponte em 29 de agosto de 1940, dois meses depois da inauguração.Relatório final de projeto e construção da ponte, de Clark H. Eldridge, 1941 (reprodução: Historic American Engineering Record, Library of Congress) · Domínio público

02Dezenove meses de obra

A obra começou em 23 de novembro de 1938, com a Pacific Bridge Company, de São Francisco, à frente. O caixão do pilar leste desceu 32 m abaixo do fundo do estreito, e os dois pilares foram posicionados com âncoras de concreto de 570 toneladas cada. Em 13 de novembro de 1939, um terremoto de magnitude 6,2 sacudiu a região sem danificar as torres. A fiação dos cabos, com o fio da Roebling's Sons, começou em janeiro de 1940.

Segundo o departamento de transportes do estado, a equipe passou de 200 homens e chegou a cerca de 225 nos meses finais, a maioria montadores itinerantes de ponte, com salário médio de US$ 1,35 por hora. Quantos passaram pela obra ao todo, ninguém registrou. Em 27 de junho de 1940, quatro dias antes da inauguração, o carpinteiro Fred Wilde tropeçou, caiu de 3,7 m e morreu, a única morte da obra no registro do estado. No dia seguinte, o pintor Pete Kreller, de 26 anos, caiu 58 m no estreito e sobreviveu com ferimentos leves.

A ponte ficou pronta em 30 de junho de 1940, em 19 meses, por US$ 6,4 milhões, e foi inaugurada no dia seguinte pelo governador Clarence Martin. O pedágio era de 75 centavos por carro em cada sentido.

FIG. 03A pista em onda no dia da queda, vista de perto de uma das torres, em outro quadro do filme de Farquharson.F. B. Farquharson, Universidade de Washington (reprodução: Historic American Engineering Record, Library of Congress) · Domínio público

03Gertie Galopante

O tabuleiro já ondulava antes da inauguração. Segundo o departamento de transportes, foi no começo de maio de 1940, quando concretavam a pista, que os operários começaram a chamar a ponte de Galloping Gertie. Com vento moderado, ondas subiam e desciam pela pista; quem dirigia via o carro da frente sumir e reaparecer. Havia quem atravessasse só para sentir.

Os engenheiros tentaram segurar a ponte. Amarraram os vãos laterais a blocos de concreto de 50 toneladas com cabos de aço, que arrebentaram; puseram estais diagonais no meio do vão e amortecedores hidráulicos entre as torres e o tabuleiro. O professor F. Bert Farquharson, da Universidade de Washington, estudou a ponte em modelos reduzidos e propôs furar as vigas, para o vento passar, ou cobri-las com carenagens curvas de aço. O estudo dele foi entregue no começo de novembro de 1940. Não deu tempo.

FIG. 04A ponte de 1950, construída sobre os pilares da anterior, fotografada em 1993: no lugar da viga fina, uma treliça funda e vazada.Jet Lowe, Historic American Engineering Record · Domínio público

04A manhã de 7 de novembro

Na manhã de 7 de novembro de 1940, o vento no estreito passava de 60 km/h e chegou a 68 km/h. Pela cronologia do departamento de transportes do estado, por volta das 10h o tabuleiro deixou de subir e descer e passou a torcer: as duas metades do vão central giravam em sentidos opostos, como se a pista fosse uma fita, com até 8,5 m de diferença de altura entre uma borda e outra e inclinações de até 45 graus. Uma volta completa levava cerca de cinco segundos.

O jornalista Leonard Coatsworth, do Tacoma News Tribune, estava na ponte com o carro e o cão da família, Tubby. Abandonou o carro e saiu rastejando, de quatro a maior parte do tempo, por cerca de 450 m. O professor Farquharson, que filmava a ponte, tentou tirar o cachorro do carro e não conseguiu. Por volta das 11h, um trecho de 183 m do vão central se soltou e caiu de quase 60 m no estreito, levando o carro e Tubby. Nenhuma pessoa morreu.

Barney Elliott, de uma loja de fotografia de Tacoma, filmou a ponte de perto enquanto ela torcia. As imagens correram o mundo; os filmes feitos naquela manhã, inclusive o de Farquharson, são até hoje material de aula em escolas de engenharia.

FIG. 05As duas pontes de hoje, em 2024: a de 2007, à frente, e a de 1950, atrás.Bmzuckerman · CC BY 4.0

05Não foi ressonância

A explicação que se espalhou pelos livros didáticos de física é a ressonância: o vento teria batido no mesmo ritmo da frequência natural da ponte, como um empurrão de balanço no tempo certo. Em 1991, os engenheiros K. Yusuf Billah e Robert Scanlan publicaram no American Journal of Physics um artigo mostrando que essa versão não se sustenta. Vento turbulento não tem ritmo fixo. E os redemoinhos que se desprendem atrás da viga, os vórtices, nos quais o próprio Theodore von Kármán pensou de início, se formavam com o vento daquela manhã a cerca de uma vez por segundo, enquanto a torção que derrubou a ponte levava cinco segundos por ciclo.

O que derrubou a ponte, pela explicação aceita hoje, foi o flutter torsional: quando o tabuleiro torcia, mudava o ângulo com que o vento o atingia, e a força do vento passava a empurrar a torção no mesmo sentido em que ela já ia. A ponte, em movimento, alimentava o próprio movimento, até o aço romper. Os vórtices podem ter contribuído para as ondas verticais dos meses anteriores, mas não explicam a torção final. O debate técnico sobre os detalhes continua, mas a ressonância simples saiu da conta.

A junta nomeada pelo governo federal, com Othmar Ammann, Theodore von Kármán e Glenn Woodruff, concluiu em 1941 que a causa principal tinha sido a flexibilidade excessiva da ponte. Engenheiros estruturais avaliaram depois que o projeto original de Eldridge, com a treliça funda e vazada, teria resistido àquele vento. A lição virou regra: desde então, ponte pênsil passa por teste de modelo em túnel de vento antes de ser construída.

06Duas pontes no lugar de uma

O estado recebeu US$ 4 milhões das seguradoras em 1941 e recuperou 7 mil toneladas de sucata de aço até 1943, com prejuízo. Moisseiff, cujos serviços deixaram de ser procurados, morreu em 1943. Eldridge foi trabalhar para a Marinha em Guam e passou três anos e meio como prisioneiro de guerra dos japoneses.

A ponte nova, sobre os mesmos pilares e ancoragens, foi aberta em 14 de outubro de 1950, depois de 29 meses de obra e de testes em túnel de vento na Universidade de Washington. Tem treliça funda e vazada, rasgos no tabuleiro para o ar passar e amortecedores hidráulicos. Custou US$ 14 milhões, e a obra matou três ou quatro operários, conforme a fonte. Ganhou o apelido de Sturdy Gertie, a Gertie Robusta. Em 2007, uma segunda ponte pênsil, de US$ 849 milhões, foi aberta ao lado dela. Os destroços da primeira continuam no fundo do estreito e, desde 1992, são protegidos como lugar histórico.

07Oitenta e cinco anos depois

A queda completou 85 anos em 7 de novembro de 2025. Em 2026, quem dá trabalho é a ponte que substituiu a Gertie. Em 22 de abril de 2026, o departamento de transportes de Washington fechou duas faixas da ponte de 1950 para um reparo de emergência numa junta de dilatação, as peças que deixam o tabuleiro encolher e esticar com a temperatura.

Em setembro de 2026, o próprio departamento informou que três das quatro juntas grandes perto das torres chegaram ao fim da vida útil: desde 2024 foram dez reparos de emergência na ponte, oito deles nessas juntas. Uma substituição parcial ficou marcada para outubro de 2026, e a troca completa, para 2027, dentro de um programa de mais de US$ 300 milhões em preservação até 2031. A ponte de 1950, feita para não balançar, precisa de joelhos novos.

MITOSO que circula e o que o registro diz

  • O que circula

    A ponte caiu por ressonância: o vento bateu no ritmo da frequência natural dela.

    O que o registro diz

    A literatura técnica descarta essa versão. Vento turbulento não tem ritmo fixo, e os vórtices que se desprendiam da viga tinham frequência cerca de cinco vezes maior que a da torção que derrubou a ponte. A explicação aceita é o flutter torsional, uma vibração autoexcitada, como mostraram Billah e Scanlan em 1991.

  • O que circula

    Ela caiu num furacão.

    O que o registro diz

    O vento daquela manhã foi de cerca de 68 km/h, forte, mas comum no estreito. A ponte tinha sido calculada para o empurrão de um vento de 193 km/h. O que o cálculo não previa era o efeito do vento sobre um tabuleiro que torcia.

  • O que circula

    Ninguém morreu por causa da ponte, só um cachorro.

    O que o registro diz

    Na queda, de fato, nenhuma pessoa morreu, e o cão Tubby morreu no carro abandonado. Mas o departamento de transportes do estado registra uma morte na obra: o carpinteiro Fred Wilde, em 27 de junho de 1940.

  • O que circula

    O projetista era um amador.

    O que o registro diz

    Leon Moisseiff era um dos engenheiros de pontes pênseis mais respeitados dos Estados Unidos e foi consultor da Golden Gate. A tendência a pontes cada vez mais leves e flexíveis era da profissão inteira, que tinha esquecido as pontes derrubadas pelo vento no século XIX.

PERGUNTASPerguntas frequentes

Por que a Ponte de Tacoma Narrows caiu?

Por flutter torsional: ao torcer, o tabuleiro mudava o ângulo com que o vento o atingia, e o vento passava a empurrar a torção no mesmo sentido, até o aço romper. A junta federal de investigação apontou em 1941 a flexibilidade excessiva da ponte, cuja viga tinha só 2,4 m de altura.

A Ponte de Tacoma Narrows caiu por ressonância?

Não, pela explicação aceita hoje. Vento turbulento não tem ritmo fixo, e os vórtices que se desprendiam da viga tinham frequência cerca de cinco vezes maior que a da torção que derrubou a ponte, como mostraram Billah e Scanlan em 1991.

Quando caiu a Ponte de Tacoma Narrows?

Em 07/11/1940, quatro meses depois da inauguração, num vento de cerca de 68 km/h, forte, mas comum no estreito. Por volta das 11h, um trecho de 183 m do vão central se soltou e caiu no estreito.

Alguém morreu na queda da Ponte de Tacoma Narrows?

Nenhuma pessoa. Morreu Tubby, o cão do jornalista Leonard Coatsworth, que ficou no carro abandonado na ponte. Na obra, o estado registra uma morte: o carpinteiro Fred Wilde, em 27/06/1940.

Como está a Ponte de Tacoma Narrows hoje?

Uma ponte nova, com treliça funda e vazada e testada em túnel de vento, foi aberta em 14/10/1950 sobre os mesmos pilares, e outra, paralela, em 2007. Os destroços de 1940 continuam no fundo do estreito, protegidos como lugar histórico desde 1992.

Episódio 24 · estreia 18 de março de 2027

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Toda semana, uma obra que não deveria ter ficado de pé.

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FONTESFontes

  1. Washington State Department of Transportation, "Tacoma Narrows Bridge history: The machine" — wsdot.wa.gov
  2. Washington State Department of Transportation, "Tacoma Narrows Bridge history: Creating the Narrows" — wsdot.wa.gov
  3. Washington State Department of Transportation, "Tacoma Narrows Bridge history: Collapse" — wsdot.wa.gov
  4. Washington State Department of Transportation, "Tacoma Narrows Bridge history: Lessons from failure" — wsdot.wa.gov
  5. Washington State Department of Transportation, "Tacoma Narrows Bridge history: Aftermath" — wsdot.wa.gov
  6. Washington State Department of Transportation, "Tacoma Narrows Bridge history: The 1940 Narrows Bridge" — wsdot.wa.gov
  7. Washington State Department of Transportation, "Tacoma Narrows Bridge history: Weird facts" — wsdot.wa.gov
  8. K. Y. Billah e R. H. Scanlan, "Resonance, Tacoma Narrows bridge failure, and undergraduate physics textbooks", American Journal of Physics, vol. 59, 1991 — ketchum.org
  9. Tom Irvine, "The Tacoma Narrows Bridge Failure", 2009 — vibrationdata.com
  10. Frank Griggs Jr., "Tacoma Narrows Bridge Failure 1940", Structure Magazine, 2022 — structuremag.org
  11. American Society of Civil Engineers, "Tacoma Narrows Bridges" (Historic Civil Engineering Landmarks) — asce.org
  12. Priscilla Long, "Tacoma Narrows Bridge collapses on November 7, 1940", HistoryLink.org, 2003 — historylink.org
  13. Priscilla Long, "Tacoma Narrows Bridge is dedicated on July 1, 1940", HistoryLink.org, 2004 — historylink.org
  14. Priscilla Long, "New Tacoma Narrows Bridge is dedicated on July 15, 2007", HistoryLink.org, 2007 — historylink.org
  15. FOX 13 Seattle, "Tacoma Narrows Bridge: 'Galloping Gertie' collapsed 85 years ago", 07/11/2025 — fox13seattle.com
  16. April Leigh e Cara Mitchell, "Aging bridge joints: Sturdy Gertie in Tacoma needs a total knee replacement", The WSDOT Blog, 28/09/2026 — wsdotblog.blogspot.com
  17. PNW Daily, "Tacoma Narrows Bridge Lane Closures Ahead for Emergency Repairs", 23/04/2026 — pnwdaily.com
  18. Washington State Transportation Commission, "2026 Annual Tolling Report & Tacoma Narrows Bridge Loan Update", 2026 — wstc.wa.gov
  19. U.S. Bureau of Labor Statistics, índice de preços ao consumidor (CPI-U), médias anuais de 1940 e 2025 — bls.gov
  20. Wikipédia, "Tacoma Narrows Bridge (1940)" (ponto de partida) — en.wikipedia.org

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