Em 1867, St. Louis, no Missouri, nos Estados Unidos, via o rio Mississippi como uma barreira. O trem chegava à margem e a carga descia para balsas, enquanto Chicago, mais ao norte, já se firmava como o centro ferroviário do país. Os barqueiros exigiam que qualquer ponte deixasse passar os vapores por baixo e não bloqueasse o rio durante a obra.
Quem se propôs a fazê-la foi James Buchanan Eads, um homem que nunca tinha estudado engenharia nem projetado uma ponte. O que ele tinha era outra coisa: anos no fundo daquele mesmo rio, dentro de um sino de mergulho, resgatando cargas de vapores afundados. Sabia que a areia do leito se movia, e decidiu que a ponte só ficaria de pé se descesse até a rocha.
FICHAFicha da obra
| Por quê | Ligar por trilho as ferrovias que chegavam a East St. Louis, Illinois, às que partiam de St. Louis, Missouri. Sem ponte, a carga dos trens cruzava o Mississippi em balsas, o que encarecia a rota e empurrava o comércio para Chicago. | 2+ fontes |
|---|---|---|
| Quem projetou | James Buchanan Eads (1820–1887), engenheiro-chefe da companhia da ponte. Não tinha formação em engenharia: fora caixeiro, dono de uma empresa de resgate de naufrágios e construtor de canhoneiras blindadas na Guerra Civil. Foi a primeira ponte que projetou e a única que construiu. | 2+ fontes |
| Tipo | Três arcos de tabuleiro, cada um com quatro costelas formadas por pares de tubos de aço contraventados com ferro forjado. Dois tabuleiros: ferrovia embaixo, estrada em cima. Os arcos foram montados em balanço a partir dos pilares, presos por cabos a torres provisórias, sem escoramento no rio. | 2+ fontes |
| Quem construiu | A superestrutura foi da Keystone Bridge Company, de Pittsburgh, de Andrew Carnegie. O aço, especificado com rigor por Eads, passou da Butcher Steel Works, de Filadélfia, para a Chrome Steel Works, de Nova York.a troca de fornecedor do aço vem de uma fonte só (American Heritage, 1969) | 2+ fontes |
| Fundações | Dois pilares no rio e o encontro do lado de Illinois foram afundados em caixões pneumáticos: câmaras sem fundo, cheias de ar comprimido para segurar a água, onde homens cavavam a areia até a rocha. Eram os maiores caixões já feitos e o trabalho em ar comprimido mais profundo do mundo na época. | 2+ fontes |
| Profundidade | O pilar leste tocou a rocha em 28/02/1870, a 93 ou 95 pés abaixo da superfície do rio. O encontro leste foi o mais fundo: 127 pés segundo a tabela de C. M. Woodward, 136 pés abaixo da cheia segundo o Serviço Nacional de Parques, 123 pés segundo a ASCE. | diverge |
| Operários | O total não foi registrado nas fontes consultadas. Em abril de 1870 havia 80 homens nas câmaras do pilar leste, em turmas de 8 a 10, americanos, irlandeses e alemães em partes quase iguais, segundo o médico da obra. No caixão ganhava-se 4 dólares por dia, o dobro da superfície, segundo o Serviço Nacional de Parques. | 1 fonte |
| Mortes | 14 mortos e 119 doentes pela doença dos caixões, segundo o registro do Serviço Nacional de Parques de 1975 e a tabela de Woodward; 15 mortos, 2 inválidos e 77 casos graves, segundo o mesmo serviço em 2001; 13 mortos nos pilares, segundo a American Heritage; 16, segundo o Missouri Historical Society, sem explicar a diferença. Um tornado em março de 1871 matou mais um operário. | diverge |
| Prazo | Ensecadeira do encontro oeste em 21/08/1867; caixão do pilar leste afundado em outubro de 1869; rocha alcançada em 28/02/1870; primeiras costelas do arco fechadas em setembro de 1873; pedestres em maio de 1874; elefante em 14/06/1874; 14 locomotivas em 02/07; inauguração em 04/07/1874.o dia do fechamento do arco e o da abertura a pedestres variam um ou dois dias entre as fontes | 2+ fontes |
| Custo | US$ 6.536.729,99 de custo final segundo a American Heritage; US$ 6,5 milhões segundo o Missouri Historical Society; US$ 7 milhões segundo a ASCE; US$ 10 milhões segundo o registro do Serviço Nacional de Parques e a Missouri Encyclopedia.pelo índice de preços ao consumidor dos EUA (1874 = 34; 2025 = 967,5; base 1967 = 100), 6,54 milhões equivalem a cerca de US$ 186 milhões de 2025 e 10 milhões a cerca de US$ 285 milhões | diverge |
| Materiais | 2.390 toneladas de aço, 3.156 de ferro forjado, 806 de madeira, 4.556 jardas cúbicas de concreto e 97.571 de alvenaria de pedra. | 2+ fontes |
| Medidas | Arcos de 502, 520 e 502 pés. Comprimento total, com os acessos, de 6.442 pés, cerca de 1,96 km. Altura livre de 50 pés acima da cheia, a exigência dos barqueiros. | 2+ fontes |
| O depois | Boicotada pelas ferrovias, a companhia entrou em intervenção judicial em menos de um ano. A ponte foi a leilão em 1878 e vendida por US$ 2 milhões; foi arrendada a Jay Gould em 1881 e à Terminal Railroad Association em 1889. Os trilhos saíram em 1974, segundo o Serviço Nacional de Parques. | 2+ fontes |
| Hoje | Estrada fechada de 1991 a 2003; trens do MetroLink no tabuleiro inferior desde 1993, cerca de 300 por dia. Restauro de 2012 a 2016, por US$ 48 milhões, para mais 75 anos de uso. Um operário morreu na obra, em julho de 2015, quando um empurrador bateu na ponte. | 2+ fontes |
| Agora | Em agosto de 2026, depois de um acidente fatal no tabuleiro rodoviário, a prefeitura de St. Louis disse ter gasto US$ 200 mil em reparos de iluminação por causa de furto de fio de cobre e vandalismo.segundo a FOX 2 St. Louis | 1 fonte |
01O homem que andava no fundo do rio
James Buchanan Eads nasceu em 1820, em Lawrenceburg, Indiana, e chegou a St. Louis aos 13 anos, sem dinheiro. Foi caixeiro e, segundo o Serviço Nacional de Parques, lia na biblioteca do patrão. O Mississippi daquele tempo era um cemitério de vapores: troncos submersos, bancos de areia e caldeiras que explodiam afundavam barcos com a carga inteira.
Aos 22 anos, Eads montou um barco de resgate de casco duplo e um sino de mergulho improvisado com um barril de uísque de 40 galões, com uma mangueira por onde se bombeava ar da superfície. Descia ao leito do rio e caminhava na lama, contra a correnteza, para amarrar a carga dos naufrágios. Fez fortuna com isso e, na Guerra Civil, construiu canhoneiras blindadas para a União nos rios do Oeste. Quando a ponte de St. Louis voltou à pauta, depois da guerra, ninguém conhecia aquele fundo de rio como ele.
02Uma ponte que os engenheiros recusavam
O problema era maior que a largura do rio. Os barqueiros queriam vão central largo, altura livre de 50 pés acima da cheia e nenhum andaime atrapalhando a navegação durante a obra. Segundo o Serviço Nacional de Parques, um construtor de Chicago, Lucius Boomer, tinha obtido de Illinois o direito exclusivo de fazer a ponte sem a intenção de fazê-la, só para atrasar St. Louis.
Eads apresentou um projeto que fugia do que se fazia: em vez de treliça ou ponte pênsil, três arcos de mais de 150 metros, em costelas de aço, um metal que até então não tinha sido o principal de nenhuma grande estrutura. Segundo a revista American Heritage, o engenheiro J. H. Linville, de Filadélfia, chamado para avaliar o desenho, recusou-se a assiná-lo e o chamou de inseguro e impraticável. Eads manteve o projeto e foi nomeado engenheiro-chefe em 1867.
03Até a rocha, em ar comprimido
Eads achava que a fundação era a parte crítica e que ela precisava apoiar na rocha, abaixo de cerca de 80 pés de areia que a correnteza revolvia. No lado de St. Louis, o encontro foi feito numa ensecadeira, a 47 pés. Para os pilares no meio do rio, ele adotou o que tinha visto numa viagem à Europa: o caixão pneumático, uma caixa enorme sem fundo, cheia de ar comprimido para manter a água fora, sobre a qual se erguia o pilar enquanto homens cavavam por baixo.
O caixão do pilar leste media 82 por 60 pés, tinha sete eclusas de ar e uma câmara de trabalho de 9 pés de altura. A areia saía por uma bomba que o próprio Eads inventou, movida a ar. Lá dentro, conta o Serviço Nacional de Parques, à luz de lampião, o ar chiava sem parar e a voz saía fina. Em 28/02/1870 o caixão tocou a rocha, a 93 ou 95 pés abaixo da superfície do rio, conforme a fonte. O encontro do lado de Illinois desceu ainda mais, para perto de 40 metros, e foi o trabalho em ar comprimido mais fundo feito até então.
04A doença que ninguém entendia
Quanto mais fundo, maior a pressão, e os homens começaram a sair das câmaras com dor no ventre, nas juntas e, depois, paralisados. Em 19/03/1870 morreram os primeiros: James Riley caiu morto quinze minutos depois de um turno de duas horas, e James Moran, irlandês de 35 anos, morreu no hospital no mesmo dia. Em 21 de março, dois dias depois, o médico contava vinte doentes levados ao hospital e cinco mortos. Ninguém sabia que o ar comprimido dissolvia gás no sangue e que a subida rápida o soltava em bolhas.
Eads chamou seu médico, Alphonse Jaminet. Em 28/02/1870, no dia em que o pilar leste chegou à rocha, Jaminet tinha descido para observar os homens e, ao subir, parou quatro vezes na escada; em casa, 45 minutos depois, estava paralisado, e levou uma semana para se recuperar. Ele conta o próprio caso no relatório que publicou em 1871. Ao assumir, em 31/03/1870, encurtou os turnos conforme a pressão, mandou descomprimir mais devagar e montou um barco-hospital. Segundo uma revisão de 2004 na revista Undersea and Hyperbaric Medicine, houve 11 mortes nos cinco meses anteriores a ele e 3 nos catorze meses seguintes.
Quantos morreram no total, as fontes não concordam: 14 segundo o registro do Serviço Nacional de Parques e a tabela do engenheiro C. M. Woodward, de 1881; 15 segundo o mesmo serviço numa publicação de 2001; 13 segundo a American Heritage. A conta de doentes mais citada é 119. Quase ao mesmo tempo, a Ponte do Brooklyn, em Nova York, usava o mesmo recurso, e foi menos fundo.
05O aço e o arco que não fechava
O aço era o outro risco. Eads especificou resistência e elasticidade com um rigor que os fornecedores não estavam acostumados a cumprir; nas pranchas do projeto, ele registra o módulo de elasticidade que adotou para o aço fundido, 27 milhões de libras por polegada quadrada, e o quanto a peça dilataria com o calor. Segundo a American Heritage, Andrew Carnegie, cuja Keystone Bridge Company montava a superestrutura, reclamou que nada que agradasse aos engenheiros era bom o bastante para aquela obra. A primeira siderúrgica desistiu, e a segunda cobrou mais.
A montagem começou em 1873, com os arcos crescendo em balanço a partir de cada pilar, segurados por cabos presos a torres provisórias, sem nada apoiado no rio. Em setembro, na hora de unir as metades do primeiro arco, o calor tinha dilatado o aço e as peças não encaixavam. Segundo a American Heritage, a equipe chegou a cobrir os tubos com gelo antes de recorrer a uma junta rosqueada que Eads tinha previsto. Ao fim, a ponte levou 2.390 toneladas de aço e 3.156 de ferro forjado: foi a primeira grande estrutura com o aço como metal principal, mas não toda de aço.
06Um elefante e catorze locomotivas
St. Louis precisava acreditar na ponte. Em 14/06/1874, um elefante atravessou o tabuleiro: dizia-se que o animal não pisava em estrutura insegura. A prova de engenharia veio em 02/07/1874, quando 14 locomotivas, somando cerca de 550 toneladas, passaram e repassaram sobre os arcos durante cinco horas. Em 04/07/1874 a ponte foi inaugurada com salva de canhões, desfile e fogos; segundo o Serviço Nacional de Parques, 150 mil pessoas assistiram.
O sucesso de engenharia não pagou a conta. As ferrovias boicotaram a ponte, a companhia entrou em intervenção judicial em menos de um ano e, em 1878, a obra foi a leilão por US$ 2 milhões, uma fração do que custara. Eads seguiu para os molhes da foz do Mississippi e, em 1884, recebeu em Londres a Medalha Albert. Morreu em 1887, em Nassau, nas Bahamas.
07Cento e cinquenta anos depois
A ponte perdeu os trilhos em 1974 e a estrada fechou em 1991. Em 1993 os trens do MetroLink voltaram ao tabuleiro de baixo, e em 2003 os carros voltaram ao de cima. De 2012 a 2016, um restauro de US$ 48 milhões tirou as camadas de tinta antigas, trocou aço de reforço e preparou a ponte para mais 75 anos. Hoje passam por ela cerca de 300 trens por dia.
Em 2024 ela fez 150 anos, e o Missouri History Museum manteve uma exposição sobre a obra até novembro de 2025. A notícia mais recente é menor e mais prosaica: em agosto de 2026, depois que uma motorista morreu num acidente no tabuleiro, a FOX 2 St. Louis mostrou trechos às escuras, e a prefeitura disse ter gasto US$ 200 mil consertando luzes cujos fios de cobre tinham sido furtados.
MITOSO que circula e o que o registro diz
- O que circula
Foi a primeira ponte de aço do mundo.
O que o registro dizFoi a primeira grande estrutura com o aço como metal principal, segundo o Serviço Nacional de Parques. Mas leva mais ferro forjado que aço: 3.156 contra 2.390 toneladas. A primeira ponte inteiramente de aço é de 1879, em Glasgow, no próprio Missouri.
- O que circula
Foi a primeira obra com caixões pneumáticos.
O que o registro dizNão. O ar comprimido já era usado em fundações na França e na Inglaterra desde as décadas de 1840 e 1850. O que a Ponte Eads teve foram os maiores caixões já feitos e o trabalho em ar comprimido mais profundo do mundo na época.
- O que circula
A doença dos caixões foi descoberta na Ponte do Brooklyn.
O que o registro dizEla já era descrita na França e matou em St. Louis antes do Brooklyn. O médico da Ponte Eads, Alphonse Jaminet, publicou seu relatório em 1871, inclusive sobre o próprio caso; o do Brooklyn é de 1873.
- O que circula
O elefante provou que a ponte aguentava.
O que o registro dizO elefante atravessou em 14/06/1874 como demonstração para o público, apoiada numa crença popular. O teste de carga foi o de 02/07/1874, com 14 locomotivas durante cinco horas.
PERGUNTASPerguntas frequentes
Quem construiu a Ponte Eads?
O projeto é de James Buchanan Eads, engenheiro-chefe da companhia da ponte, que não tinha formação em engenharia e fez fortuna resgatando cargas de vapores afundados no Mississippi. A superestrutura foi montada pela Keystone Bridge Company, de Andrew Carnegie.
Quando foi construída a Ponte Eads?
Entre 1867 e 1874: a primeira ensecadeira é de 21/08/1867 e a inauguração, de 04/07/1874, dois dias depois do teste de carga com 14 locomotivas.
Como foi construída a Ponte Eads?
Os pilares desceram até a rocha em caixões pneumáticos, câmaras cheias de ar comprimido onde homens cavavam a areia do leito. Os três arcos de aço foram montados em balanço a partir dos pilares, presos por cabos a torres provisórias, sem nenhum escoramento no rio.
Quantas pessoas morreram na construção da Ponte Eads?
As fontes divergem: de 13 a 16 mortos, quase todos pela doença dos caixões, causada pelo trabalho em ar comprimido. A conta mais citada é 14 mortos e 119 doentes.
A Ponte Eads foi a primeira ponte de aço do mundo?
Não exatamente. Foi a primeira grande estrutura com o aço como metal principal, mas leva mais ferro forjado que aço: 3.156 contra 2.390 toneladas. A primeira ponte inteiramente de aço é de 1879.
Episódio em produção
Toda semana, uma obra que não deveria ter ficado de pé.

Ponte de Forth
Estuário do rio Forth, entre South Queensferry (Edimburgo) e North Queensferry (Fife), Escócia, Reino Unido · 1882–1890Atravessar de trem um estuário escocês de mais de 1,5 km, com canais de mais de 60 metros de fundo, logo depois de outra ponte escocesa ter caído numa tempestade levando um trem inteiro, e convencer o público de que a nova não cairia.
Ler a obra →MAISLeia também
- Obra 04 · Estados UnidosPonte do Brooklyn1870–1883
- Obra 03 · BrasilPonte Rio–Niterói1969–1974
- Obra 10 · FrançaTorre Eiffel1887–1889
Tema Grandes pontes
FONTESFontes
- National Park Service, National Register of Historic Places Inventory, Nomination Form: Eads Bridge, 1975 — npgallery.nps.gov
- National Park Service, Jefferson National Expansion Memorial, "James B. Eads and His Amazing Bridge at St. Louis", Museum Gazette, 2001 — npshistory.com
- Alphonse Jaminet, Physical Effects of Compressed Air… Illinois and St. Louis Bridge, St. Louis, 1871 — archive.org
- James B. Eads, Illinois and St. Louis Bridge (pranchas), c. 1880, Smithsonian Libraries — archive.org
- W. P. Butler, "Caisson disease during the construction of the Eads and Brooklyn Bridges: A review", Undersea and Hyperbaric Medicine 31(4), 2004 — pubmed.ncbi.nlm.nih.gov
- American Society of Civil Engineers, "Eads Bridge", Historic Civil Engineering Landmark — asce.org
- "Mr. Eads Spans the Mississippi", American Heritage, vol. 20, nº 5, agosto de 1969 — americanheritage.com
- David P. Billington e J. Wayman Williams, "James Buchanan Eads (1820–1887)", Missouri Encyclopedia — missouriencyclopedia.org
- PBS American Experience, "James Eads Timeline" e "St. Louis Bridge Opening and Disasters" — pbs.org
- Linda Hall Library, Centuries of Civil Engineering, "Missouri Bridges" — lindahall.org
- Bi-State Development, "Region Celebrates Completion of the Rehabilitation of the Historic Eads Bridge", 2016 — bistatedev.org
- The Waterways Journal, "Eads Bridge Remains An Engineering Marvel", 2024 — waterwaysjournal.net
- FOX 2 St. Louis, "Drivers question Eads Bridge safety after fatal accident", agosto de 2026 — fox2now.com
- Federal Reserve Bank of Minneapolis, Consumer Price Index, 1800– — minneapolisfed.org
Imagens
- Fig. 01 — A ponte em fevereiro de 2025, vista da margem de St. Louis, com um trem do MetroLink no tabuleiro inferior e gelo no Mississippi: Antony-22 · CC BY-SA 4.0
- Fig. 02 — O pilar leste em 1870, crescendo sobre o caixão pneumático que o levava até a rocha, entre os barcos e as cábreas do canteiro: Autor não identificado (Missouri History Museum) · Domínio público
- Fig. 03 — Setembro de 1873: os arcos crescem em balanço a partir dos pilares, sem nenhum escoramento no rio: Autor não identificado (Missouri History Museum) · Domínio público
- Fig. 04 — O arco oeste em montagem, preso por cabos a torres provisórias, em prancha do livro de C. M. Woodward de 1881: C. M. Woodward, A History of the St. Louis Bridge (1881) / Library of Congress · Domínio público
- Fig. 05 — A ponte pronta, vista do lado de Illinois em julho de 1874, mês da inauguração: Robert Benecke (Missouri History Museum) · Domínio público
