Na West 57th Street, em Manhattan, Nova York, nos Estados Unidos, o trecho junto ao Central Park ganhou nos anos 2010 o apelido de Billionaires' Row: uma fila de torres residenciais muito altas e muito finas, vendidas pela vista do parque. A 111 West 57th Street, também chamada Steinway Tower, é a mais extrema delas. Tem 435,3 metros de altura e cerca de 18 metros de largura.
Uma torre assim não cai; ela balança, e o problema é fazer com que ninguém sinta. A solução do escritório SHoP Architects e da engenharia da WSP foi pôr duas paredes de concreto de altura inteira nas laterais, travá-las entre si em andares técnicos e pendurar no topo um pêndulo de centenas de toneladas. No pé da torre ficou o Steinway Hall, que foi a casa dos pianos Steinway de 1925 até a venda de 2013, e cujo lote e direitos de construir permitiram a torre subir.
FICHAFicha da obra
| Por quê | Vender apartamentos de luxo com vista do Central Park num terreno estreito de Midtown. A única forma de ter vista ali é subir, e para subir os incorporadores compraram o Steinway Hall e os direitos de construir dos vizinhos. | 2+ fontes |
|---|---|---|
| Quem quis | A JDS Development Group, de Michael Stern, e a Property Markets Group, de Kevin Maloney, que em março de 2013 compraram o Steinway Hall da fabricante de pianos por US$ 46 milhões. A Spruce Capital Partners entrou depois como sócia. | 2+ fontes |
| Projeto | SHoP Architects, de Nova York. Torre de concreto armado com coroamento em aço, fachadas norte e sul de vidro e fachadas leste e oeste revestidas de cerca de 43 mil peças de terracota, em pilastras onduladas que formam um padrão de moiré. | 2+ fontes |
| Estrutura | WSP. Duas paredes de cisalhamento de concreto correm a altura inteira nas fachadas leste e oeste e são ligadas entre si e ao núcleo por paredes de travamento em pavimentos técnicos. No topo, acima do último andar ocupado, um amortecedor de massa sintonizado reduz o balanço.os pavimentos de travamento aparecem numa fonte só, o The Builders Report | 2+ fontes |
| As paredes laterais | Até 30 polegadas, cerca de 76 cm, segundo uma fonte; outra fala em 30 a 36 polegadas nos andares de baixo, até uns 91 cm, afinando para 16 polegadas, cerca de 41 cm, no alto. | diverge |
| Concreto | Até 14.000 psi, cerca de 96,5 MPa, com mais de 5,5 milhões de pés de vergalhão, segundo os incorporadores. | 1 fonte |
| O prédio de 1925 | O Steinway Hall, de 16 andares, projetado por Warren & Wetmore e construído em 1924–1925 como sede e salão de vendas da Steinway & Sons. Fachada tombada pela cidade em 13/11/2001; a rotunda e o saguão, em 10/09/2013. A torre ocupa um lote vazio ao lado e parte do lote do Steinway Hall. | 2+ fontes |
| Prazo | Escavação a partir de 2014; obra parada com 20 andares em julho de 2017; pináculo montado e torre coroada em 2019; conclusão dada como 2020, 2021 ou 2022, conforme a fonte. | diverge |
| Operários | O total de trabalhadores não foi registrado nas fontes consultadas. A promotoria de Manhattan informou em 2018 que a subempreiteira de concreto e alvenaria Parkside Construction tinha mais de 500 empregados distribuídos por oito obras, esta entre elas. | sem registro |
| Mortes e acidentes | Nenhuma morte registrada nas fontes consultadas. O Departamento de Edificações de Nova York anotou quatro ferimentos leves no endereço em abril e maio de 2015. Em janeiro de 2020, um bloco de terracota caiu e furou o teto de um táxi; em 29/10/2020, com vento forte, o guindaste girou, um cabo bateu na fachada e vidro e alumínio caíram na rua. Ninguém se feriu nos dois casos; depois do segundo, a prefeitura parou a obra.a ausência de mortes vale para as fontes consultadas; os ferimentos de 2015 podem ser da reforma do Steinway Hall | sem registro |
| Custo | Financiamento de US$ 725 milhões em 2015: US$ 400 milhões de hipoteca da AIG e US$ 325 milhões de empréstimo mezanino da Apollo. O custo total aparece como US$ 1 bilhão numa reportagem de 2017 e como US$ 2 bilhões em outras fontes.pelo índice de preços ao consumidor dos EUA (2015 ≈ 237,0; 2025 = 321,9), os US$ 725 milhões equivalem a cerca de US$ 985 milhões de 2025 | diverge |
| A crise | Em 2017, um estouro de cerca de US$ 57 milhões deixou o empréstimo mezanino em inadimplência. A Apollo cedeu uma parcela de US$ 25 milhões à Spruce, que a executou em julho e eliminou o investimento da sócia AmBase, entre US$ 56 e 70 milhões conforme a fonte.o valor do investimento da AmBase diverge entre as fontes | 2+ fontes |
| Apartamentos | 59 ou 60 unidades, conforme a fonte, parte delas dentro do Steinway Hall. Depois de anos de vendas lentas, em abril de 2026 restava uma só por vender, segundo o The Real Deal. | 1 fonte |
| Hoje | Terceiro prédio mais alto de Nova York em 2026. Em 09/02/2026 a casa de leilões Bonhams abriu sua sede americana no Steinway Hall, reabrindo a rotunda ao público. Em 28/05/2026 a mais alta corte do estado de Nova York decidiu, por 4 a 3, que a ação da AmBase contra a Apollo deve seguir. | 2+ fontes |
01A rua dos bilionários
A West 57th Street corta Manhattan, em Nova York, nos Estados Unidos, a dois quarteirões do Central Park. Nos anos 2010, esse trecho virou o endereço de uma nova espécie de arranha-céu: torres residenciais estreitas, que subiam o bastante para olhar o parque por cima dos prédios do quarteirão de baixo. A imprensa chamou a rua de Billionaires' Row. A One57, a Central Park Tower e, a poucas quadras, a 432 Park Avenue são vizinhas desta.
Em Manhattan, subir é uma questão de terreno e de papel. O terreno é pequeno, e a altura que se pode construir depende da área do lote e dos direitos de construir que se compram dos vizinhos. Em março de 2013, a JDS Development Group, de Michael Stern, e a Property Markets Group, de Kevin Maloney, com o investidor Arthur P. Becker, compraram por US$ 46 milhões o Steinway Hall, na mesma rua. Segundo a Bloomberg, os investidores planejavam uma torre de uns 700 pés, cerca de 213 metros, e contavam com os direitos do Steinway para ir mais alto.
02Uma torre da largura de uma quadra de vôlei
O que sobrou para a torre foi uma faixa: um lote vazio voltado para a 58th Street e parte do lote do próprio Steinway Hall. A planta da torre mede cerca de 59 pés, uns 18 metros, na direção mais estreita, e entre 75 e 78 pés na outra, conforme a fonte. É mais ou menos o comprimento de uma quadra de vôlei. Sobre isso, o escritório SHoP Architects desenhou 84 andares e 435,3 metros de altura, segundo o Council on Tall Buildings and Urban Habitat.
A conta da esbeltez é simples e é o que torna a obra famosa: a torre é umas 24 vezes mais alta do que larga. O Architectural Record dá a relação de 1 para 24 e a chama de arranha-céu mais fino do mundo; o Skyscraper Museum, de Nova York, dá 1 para 23. Para comparar, a 432 Park Avenue, a recordista anterior na mesma vizinhança, fica em 1 para 15, segundo o Architectural Record.
Antes de desenhar a torre, era preciso passar pela Comissão de Preservação de Marcos de Nova York. A fachada do Steinway Hall estava tombada desde 2001, e em setembro de 2013 a comissão tombou também a rotunda e o saguão do térreo. O projeto foi à audiência em outubro de 2013 e só foi aprovado depois de revisto.
03Duas paredes e um pêndulo
Um prédio alto não precisa de muita coisa para ficar de pé contra o próprio peso. O inimigo é o vento, que empurra de lado, e numa torre tão fina o efeito aparece menos como risco de queda e mais como balanço: o prédio oscila, e lá no alto as pessoas sentem. A engenharia, da WSP, resolveu isso de três maneiras somadas.
A primeira são duas paredes de cisalhamento de concreto armado que correm a altura inteira nas fachadas leste e oeste, as faces estreitas da torre. Elas funcionam como a espinha do prédio e ditaram a arquitetura: leste e oeste ficaram mais fechadas, revestidas de terracota, enquanto norte e sul, de frente para o parque e para a cidade, ficaram de vidro. A espessura dessas paredes aparece como até 30 polegadas, cerca de 76 centímetros, numa fonte, e como 30 a 36 polegadas nos andares de baixo, afinando para 16 no alto, em outra.
A segunda, segundo o The Builders Report, são andares técnicos em que paredes de travamento ligam as duas paredes laterais entre si e ao núcleo, para que trabalhem juntas em vez de cada uma por conta própria. A terceira fica no topo, acima do último andar ocupado: um amortecedor de massa sintonizado, um grande peso que se move em sentido contrário ao balanço do prédio e o amortece. Os incorporadores dão 800 'tons', unidade que nas fontes americanas costuma ser a tonelada curta: cerca de 725 toneladas métricas.
O concreto chega a 14.000 psi, cerca de 96,5 MPa, segundo os incorporadores. Na base, segundo a publicação The Builders Report, cerca de 200 tirantes ancorados na rocha de Manhattan impedem que a torre seja arrancada do chão nos ventos mais fortes.
04A obra que parou no vigésimo andar
A escavação começou em 2014. Em 2015, a obra tinha um financiamento de US$ 725 milhões: US$ 400 milhões de hipoteca da seguradora AIG e US$ 325 milhões de empréstimo mezanino, mais caro e subordinado, da gestora Apollo. Entre os sócios estava a AmBase Corporation, que tinha posto no projeto entre US$ 56 e 70 milhões, conforme a fonte.
O custo subiu. Segundo a decisão de 2026 da mais alta corte de Nova York, um estouro de cerca de US$ 57 milhões desequilibrou o empréstimo, e em fevereiro de 2017 a Apollo exigiu US$ 56 milhões que ninguém pôs. Em março, a Apollo partiu o empréstimo em duas parcelas, de US$ 300 milhões e de US$ 25 milhões; em 28 de junho cedeu a menor à Spruce Capital, pelo valor de face; e em 7 de julho a Spruce executou a garantia, ficando com a participação que era da AmBase. O advogado da AmBase disse à imprensa que o orçamento tinha esquecido itens caros como os guindastes.
Naquele julho de 2017, segundo o site 6sqft, a torre estava parada com 20 andares de concreto. A Justiça liberou a execução em agosto, e a torre seguiu até ser coroada, em 2019. A AmBase passou os anos seguintes nos tribunais.
05Quem levantou a torre
Não há registro público de quantas pessoas trabalharam no canteiro, nem no pico nem no total. O retrato mais preciso dos operários vem de um processo criminal. Em 16 de maio de 2018, a promotoria de Manhattan denunciou a Parkside Construction, subempreiteira de concreto e alvenaria que trabalhava nesta e em outras sete obras da ilha, por desviar mais de US$ 1,7 milhão em salários de pelo menos 520 trabalhadores entre 2014 e 2017. O ponto era registrado por máquinas de reconhecimento facial no canteiro, e as folhas impressas eram depois alteradas para menos horas.
A mesma denúncia acusa a empresa de esconder mais de US$ 40 milhões de folha de pagamento do seguro estadual de acidentes de trabalho. Os 520 trabalhadores somam as oito obras, não só esta; e, como a própria promotoria ressaltava, as acusações não são condenação.
Nenhuma morte de trabalhador foi registrada nas fontes consultadas. O relatório de acidentes do Departamento de Edificações anotou quatro ferimentos leves no endereço em abril e maio de 2015, entre eles um eletricista atingido nos olhos por um arco elétrico. Os acidentes que a cidade viu foram outros: em janeiro de 2020, um bloco de terracota caiu da torre e furou o teto de um táxi na 57th Street, com o passageiro dentro; e em 29 de outubro de 2020, com vento forte, o guindaste do topo girou, um cabo pendurado da lança bateu na fachada e vidro e alumínio caíram na rua. A 57th Street foi fechada, o metrô foi desviado e a prefeitura parou a obra. Ninguém se feriu.
06A casa dos pianos
O Steinway Hall foi projetado pelo escritório Warren & Wetmore e construído em 1924 e 1925 para a Steinway & Sons, que acompanhou a mudança da vida musical de Nova York para a 57th Street depois da abertura do Carnegie Hall, em 1891, segundo a Comissão de Preservação de Marcos. É um prédio neoclássico de 16 andares, com a frente em calcário de Indiana e uma torre com telhado piramidal. No térreo, uma rotunda com cúpula servia de salão de vendas.
Na venda de 2013, a fabricante teve até 18 meses para sair. A rotunda e o saguão foram restaurados, e os andares de cima do prédio antigo viraram apartamentos do mesmo condomínio da torre. Em 9 de fevereiro de 2026, a casa de leilões Bonhams abriu ali sua sede americana, em 42 mil pés quadrados, e reabriu a rotunda ao público depois de uma década fechada.
No mesmo ano, a briga do dinheiro mudou de patamar. Em 28 de maio de 2026, o Court of Appeals, a mais alta corte do estado de Nova York, decidiu por 4 a 3 que um credor com critério exclusivo para ceder um empréstimo continua obrigado à boa-fé, e mandou de volta à primeira instância a acusação da AmBase de que a Apollo cedeu a parcela à Spruce para lhe tirar o investimento. A torre, que passou anos com mais da metade dos apartamentos encalhada, chegou a abril de 2026 com 58 de 59 unidades vendidas, segundo o The Real Deal.
MITOSO que circula e o que o registro diz
- O que circula
É o prédio mais alto de Nova York.
O que o registro dizEm 2026, era o terceiro mais alto da cidade e o quarto da América do Norte, segundo o Council on Tall Buildings and Urban Habitat. O recorde dele é de esbeltez, não de altura.
- O que circula
Tem o amortecedor mais pesado do mundo, maior que o do Taipei 101.
O que o registro dizA comparação mistura unidades. As 800 'tons' da torre, se forem toneladas americanas, como é o uso nos EUA, dão cerca de 725 toneladas métricas; o pêndulo do Taipei 101 tem 660 toneladas métricas, e o da Shanghai Tower, na China, cerca de mil.
- O que circula
As fachadas leste e oeste são paredes cegas, sem nenhuma janela.
O que o registro dizAs paredes de concreto que seguram a torre ficam nessas fachadas, que por isso são mais fechadas e revestidas de terracota. Mas há faixas envidraçadas entre as pilastras; o vidro contínuo fica nas faces norte e sul.
- O que circula
Mais de 500 operários da torre tiveram salários roubados.
O que o registro dizA promotoria de Manhattan fala em pelo menos 520 trabalhadores lesados pela subempreiteira Parkside, mas somando oito obras diferentes, das quais esta é uma.
- O que circula
Usa o concreto mais resistente do mundo.
O que o registro dizA frase vem do material dos incorporadores. O concreto de até 14.000 psi, cerca de 96,5 MPa, é de altíssimo desempenho, mas a afirmação de recorde mundial não tem confirmação independente.
PERGUNTASPerguntas frequentes
Qual a altura do 111 West 57th Street?
São 435,3 metros de altura arquitetônica, em 84 andares, segundo o Council on Tall Buildings and Urban Habitat. Em 2026 era o terceiro prédio mais alto de Nova York; o recorde dele é de esbeltez, não de altura.
Por que o 111 West 57th Street é o arranha-céu mais fino do mundo?
Porque a torre tem cerca de 18 metros de largura na direção mais estreita e 435,3 metros de altura, umas 24 vezes mais alta do que larga. As fontes dão a relação entre largura e altura como 1 para 23 ou 1 para 24.
Como o 111 West 57th Street não balança com o vento?
Duas paredes de concreto correm a altura inteira nas fachadas leste e oeste, travadas entre si e ao núcleo em andares técnicos. No topo, um amortecedor de massa sintonizado, de 800 tons americanas, cerca de 725 toneladas métricas, se move contra o balanço e o amortece.
Quanto custou o 111 West 57th Street?
A obra teve financiamento de US$ 725 milhões em 2015, entre hipoteca da AIG e empréstimo mezanino da Apollo. O custo total diverge entre as fontes: US$ 1 bilhão numa reportagem de 2017 e US$ 2 bilhões em outras.
Quais foram os problemas na construção do 111 West 57th Street?
Em julho de 2017 a obra parou com 20 andares, depois de um estouro de cerca de US$ 57 milhões levar o empréstimo mezanino à inadimplência e à execução que eliminou a sócia AmBase. Em 2020, um bloco de terracota e destroços da fachada caíram na rua, sem feridos, e a prefeitura parou a obra.
Episódio em produção
Toda semana, uma obra que não deveria ter ficado de pé.
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Tema Arranha-céus
FONTESFontes
- Council on Tall Buildings and Urban Habitat, The Skyscraper Center, "111 West 57th Street" — skyscrapercenter.com
- The Skyscraper Museum, "Supertall!", "111 West 57th Street" — skyscraper.org
- Sara Hart, "A Cliff Dweller's Guide to Tall Skinny Buildings", Architectural Record, 2021 — architecturalrecord.com
- The Builders Report, "111 West 57th Street" — thebuildersreport.com
- SHoP Architects, "111 West 57th" — shoparc.com
- "SHoP Architects-designed NYC skyscraper tops out", Construction Specifier, 2019 — constructionspecifier.com
- NYC Landmarks Preservation Commission, Steinway Hall, Designation List 331, LP-2100, 2001 — s-media.nyc.gov
- NYC Department of Buildings, relatório de acidentes de obra, 12 meses até setembro de 2015 — nyc.gov
- Promotoria de Manhattan, comunicado sobre a Parkside Construction, 16/05/2018 — nyc.gov
- New York Court of Appeals, 111 W. 57th Inv. LLC v 111 W57 Mezz Inv. LLC, 2026 NY Slip Op 03376, 28/05/2026 — caselaw.findlaw.com
- "A supertall order: New York's high court decision in Steinway Tower lawsuit…", amNY, 2026 — amny.com
- "World's skinniest skyscraper at 111 West 57th Street stalled at 20 stories by soaring costs", 6sqft, 2017 — 6sqft.com
- "Foreclosure moves ahead at Billionaires' Row supertall 111 West 57th Street", 6sqft, 2017 — 6sqft.com
- "How 111 West 57th went from Billionaires' Row dud to darling", The Real Deal, 2026 — therealdeal.com
- "Stop Work Order Issued After Spinning Crane Sends Large Slabs Of Metal Falling Onto Midtown Street", CBS New York, 2020 — cbsnews.com
- "Debris falls from spinning crane atop 'skinniest' building in world", Fox 5 NY, 2020 — fox5ny.com
- Bonhams, comunicado sobre a nova sede americana no Steinway Hall — bonhams.com
- "NYC Tallest Condo Corridor Gets New Entrant With Steinway", Bloomberg, 2013 — millersamuel.com
Imagens
- Fig. 01 — A torre vista do Central Park em maio de 2023: Benoît Prieur · CC0
- Fig. 02 — Em janeiro de 2020, ainda em obra, com o guindaste preso à lateral, vista do Columbus Circle ao lado da One57: Jim.henderson · CC BY-SA 4.0
- Fig. 03 — O Billionaires' Row visto do sul em dezembro de 2020: a Central Park Tower à esquerda e, à direita, a 111 West 57th Street ainda com guindaste: Itrytohelp32 · CC BY-SA 4.0
- Fig. 04 — As pilastras de terracota e bronze da fachada, vistas da 57th Street em 2021: Kidfly182 · CC BY-SA 4.0
- Fig. 05 — O Steinway Hall, de 1925, na 57th Street em maio de 2026, com a torre atrás: Ajay Suresh · CC BY 4.0
- Fig. 06 — A rotunda do Steinway Hall em fevereiro de 2026, reaberta ao público: Epicgenius · CC BY-SA 4.0
