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Arquitetura do Impossível
Torre muito fina e alta, de faces envidraçadas que se estreitam em degraus até a ponta, erguendo-se acima das árvores do Central Park sob céu nublado, com o letreiro do hotel Essex House num prédio à direita A torre vista do Central Park em maio de 2023. — Benoît Prieur · CC0
Obra 33 · Mundo

111 West 57th Street

West 57th Street, Midtown, Manhattan, Nova York, Estados Unidos · 2014–2021

Erguer 435 metros de apartamentos sobre uma planta de uns 18 metros de largura, num terreno espremido entre vizinhos e colado a um prédio tombado de 1925, sem que a torre balançasse a ponto de quem mora lá em cima sentir.

Na West 57th Street, em Manhattan, Nova York, nos Estados Unidos, o trecho junto ao Central Park ganhou nos anos 2010 o apelido de Billionaires' Row: uma fila de torres residenciais muito altas e muito finas, vendidas pela vista do parque. A 111 West 57th Street, também chamada Steinway Tower, é a mais extrema delas. Tem 435,3 metros de altura e cerca de 18 metros de largura.

Uma torre assim não cai; ela balança, e o problema é fazer com que ninguém sinta. A solução do escritório SHoP Architects e da engenharia da WSP foi pôr duas paredes de concreto de altura inteira nas laterais, travá-las entre si em andares técnicos e pendurar no topo um pêndulo de centenas de toneladas. No pé da torre ficou o Steinway Hall, que foi a casa dos pianos Steinway de 1925 até a venda de 2013, e cujo lote e direitos de construir permitiram a torre subir.

FICHAFicha da obra

Por quêVender apartamentos de luxo com vista do Central Park num terreno estreito de Midtown. A única forma de ter vista ali é subir, e para subir os incorporadores compraram o Steinway Hall e os direitos de construir dos vizinhos.2+ fontes
Quem quisA JDS Development Group, de Michael Stern, e a Property Markets Group, de Kevin Maloney, que em março de 2013 compraram o Steinway Hall da fabricante de pianos por US$ 46 milhões. A Spruce Capital Partners entrou depois como sócia.2+ fontes
ProjetoSHoP Architects, de Nova York. Torre de concreto armado com coroamento em aço, fachadas norte e sul de vidro e fachadas leste e oeste revestidas de cerca de 43 mil peças de terracota, em pilastras onduladas que formam um padrão de moiré.2+ fontes
EstruturaWSP. Duas paredes de cisalhamento de concreto correm a altura inteira nas fachadas leste e oeste e são ligadas entre si e ao núcleo por paredes de travamento em pavimentos técnicos. No topo, acima do último andar ocupado, um amortecedor de massa sintonizado reduz o balanço.os pavimentos de travamento aparecem numa fonte só, o The Builders Report2+ fontes
As paredes lateraisAté 30 polegadas, cerca de 76 cm, segundo uma fonte; outra fala em 30 a 36 polegadas nos andares de baixo, até uns 91 cm, afinando para 16 polegadas, cerca de 41 cm, no alto.diverge
ConcretoAté 14.000 psi, cerca de 96,5 MPa, com mais de 5,5 milhões de pés de vergalhão, segundo os incorporadores.1 fonte
O prédio de 1925O Steinway Hall, de 16 andares, projetado por Warren & Wetmore e construído em 1924–1925 como sede e salão de vendas da Steinway & Sons. Fachada tombada pela cidade em 13/11/2001; a rotunda e o saguão, em 10/09/2013. A torre ocupa um lote vazio ao lado e parte do lote do Steinway Hall.2+ fontes
PrazoEscavação a partir de 2014; obra parada com 20 andares em julho de 2017; pináculo montado e torre coroada em 2019; conclusão dada como 2020, 2021 ou 2022, conforme a fonte.diverge
OperáriosO total de trabalhadores não foi registrado nas fontes consultadas. A promotoria de Manhattan informou em 2018 que a subempreiteira de concreto e alvenaria Parkside Construction tinha mais de 500 empregados distribuídos por oito obras, esta entre elas.sem registro
Mortes e acidentesNenhuma morte registrada nas fontes consultadas. O Departamento de Edificações de Nova York anotou quatro ferimentos leves no endereço em abril e maio de 2015. Em janeiro de 2020, um bloco de terracota caiu e furou o teto de um táxi; em 29/10/2020, com vento forte, o guindaste girou, um cabo bateu na fachada e vidro e alumínio caíram na rua. Ninguém se feriu nos dois casos; depois do segundo, a prefeitura parou a obra.a ausência de mortes vale para as fontes consultadas; os ferimentos de 2015 podem ser da reforma do Steinway Hallsem registro
CustoFinanciamento de US$ 725 milhões em 2015: US$ 400 milhões de hipoteca da AIG e US$ 325 milhões de empréstimo mezanino da Apollo. O custo total aparece como US$ 1 bilhão numa reportagem de 2017 e como US$ 2 bilhões em outras fontes.pelo índice de preços ao consumidor dos EUA (2015 ≈ 237,0; 2025 = 321,9), os US$ 725 milhões equivalem a cerca de US$ 985 milhões de 2025diverge
A criseEm 2017, um estouro de cerca de US$ 57 milhões deixou o empréstimo mezanino em inadimplência. A Apollo cedeu uma parcela de US$ 25 milhões à Spruce, que a executou em julho e eliminou o investimento da sócia AmBase, entre US$ 56 e 70 milhões conforme a fonte.o valor do investimento da AmBase diverge entre as fontes2+ fontes
Apartamentos59 ou 60 unidades, conforme a fonte, parte delas dentro do Steinway Hall. Depois de anos de vendas lentas, em abril de 2026 restava uma só por vender, segundo o The Real Deal.1 fonte
HojeTerceiro prédio mais alto de Nova York em 2026. Em 09/02/2026 a casa de leilões Bonhams abriu sua sede americana no Steinway Hall, reabrindo a rotunda ao público. Em 28/05/2026 a mais alta corte do estado de Nova York decidiu, por 4 a 3, que a ação da AmBase contra a Apollo deve seguir.2+ fontes
2+ fontes Confirmado em duas ou mais fontes independentes.1 fonte Uma fonte só; o texto diz qual.diverge As fontes discordam; mostramos as versões e não escolhemos.sem registro Ninguém registrou. Dizemos isso em vez de inventar.

01A rua dos bilionários

A West 57th Street corta Manhattan, em Nova York, nos Estados Unidos, a dois quarteirões do Central Park. Nos anos 2010, esse trecho virou o endereço de uma nova espécie de arranha-céu: torres residenciais estreitas, que subiam o bastante para olhar o parque por cima dos prédios do quarteirão de baixo. A imprensa chamou a rua de Billionaires' Row. A One57, a Central Park Tower e, a poucas quadras, a 432 Park Avenue são vizinhas desta.

Em Manhattan, subir é uma questão de terreno e de papel. O terreno é pequeno, e a altura que se pode construir depende da área do lote e dos direitos de construir que se compram dos vizinhos. Em março de 2013, a JDS Development Group, de Michael Stern, e a Property Markets Group, de Kevin Maloney, com o investidor Arthur P. Becker, compraram por US$ 46 milhões o Steinway Hall, na mesma rua. Segundo a Bloomberg, os investidores planejavam uma torre de uns 700 pés, cerca de 213 metros, e contavam com os direitos do Steinway para ir mais alto.

FIG. 02Em janeiro de 2020, ainda em obra, com o guindaste preso à lateral, vista do Columbus Circle ao lado da One57.Jim.henderson · CC BY-SA 4.0

02Uma torre da largura de uma quadra de vôlei

O que sobrou para a torre foi uma faixa: um lote vazio voltado para a 58th Street e parte do lote do próprio Steinway Hall. A planta da torre mede cerca de 59 pés, uns 18 metros, na direção mais estreita, e entre 75 e 78 pés na outra, conforme a fonte. É mais ou menos o comprimento de uma quadra de vôlei. Sobre isso, o escritório SHoP Architects desenhou 84 andares e 435,3 metros de altura, segundo o Council on Tall Buildings and Urban Habitat.

A conta da esbeltez é simples e é o que torna a obra famosa: a torre é umas 24 vezes mais alta do que larga. O Architectural Record dá a relação de 1 para 24 e a chama de arranha-céu mais fino do mundo; o Skyscraper Museum, de Nova York, dá 1 para 23. Para comparar, a 432 Park Avenue, a recordista anterior na mesma vizinhança, fica em 1 para 15, segundo o Architectural Record.

Antes de desenhar a torre, era preciso passar pela Comissão de Preservação de Marcos de Nova York. A fachada do Steinway Hall estava tombada desde 2001, e em setembro de 2013 a comissão tombou também a rotunda e o saguão do térreo. O projeto foi à audiência em outubro de 2013 e só foi aprovado depois de revisto.

FIG. 03O Billionaires' Row visto do sul em dezembro de 2020: a Central Park Tower à esquerda e, à direita, a 111 West 57th Street ainda com guindaste.Itrytohelp32 · CC BY-SA 4.0

03Duas paredes e um pêndulo

Um prédio alto não precisa de muita coisa para ficar de pé contra o próprio peso. O inimigo é o vento, que empurra de lado, e numa torre tão fina o efeito aparece menos como risco de queda e mais como balanço: o prédio oscila, e lá no alto as pessoas sentem. A engenharia, da WSP, resolveu isso de três maneiras somadas.

A primeira são duas paredes de cisalhamento de concreto armado que correm a altura inteira nas fachadas leste e oeste, as faces estreitas da torre. Elas funcionam como a espinha do prédio e ditaram a arquitetura: leste e oeste ficaram mais fechadas, revestidas de terracota, enquanto norte e sul, de frente para o parque e para a cidade, ficaram de vidro. A espessura dessas paredes aparece como até 30 polegadas, cerca de 76 centímetros, numa fonte, e como 30 a 36 polegadas nos andares de baixo, afinando para 16 no alto, em outra.

A segunda, segundo o The Builders Report, são andares técnicos em que paredes de travamento ligam as duas paredes laterais entre si e ao núcleo, para que trabalhem juntas em vez de cada uma por conta própria. A terceira fica no topo, acima do último andar ocupado: um amortecedor de massa sintonizado, um grande peso que se move em sentido contrário ao balanço do prédio e o amortece. Os incorporadores dão 800 'tons', unidade que nas fontes americanas costuma ser a tonelada curta: cerca de 725 toneladas métricas.

O concreto chega a 14.000 psi, cerca de 96,5 MPa, segundo os incorporadores. Na base, segundo a publicação The Builders Report, cerca de 200 tirantes ancorados na rocha de Manhattan impedem que a torre seja arrancada do chão nos ventos mais fortes.

FIG. 04As pilastras de terracota e bronze da fachada, vistas da 57th Street em 2021.Kidfly182 · CC BY-SA 4.0

04A obra que parou no vigésimo andar

A escavação começou em 2014. Em 2015, a obra tinha um financiamento de US$ 725 milhões: US$ 400 milhões de hipoteca da seguradora AIG e US$ 325 milhões de empréstimo mezanino, mais caro e subordinado, da gestora Apollo. Entre os sócios estava a AmBase Corporation, que tinha posto no projeto entre US$ 56 e 70 milhões, conforme a fonte.

O custo subiu. Segundo a decisão de 2026 da mais alta corte de Nova York, um estouro de cerca de US$ 57 milhões desequilibrou o empréstimo, e em fevereiro de 2017 a Apollo exigiu US$ 56 milhões que ninguém pôs. Em março, a Apollo partiu o empréstimo em duas parcelas, de US$ 300 milhões e de US$ 25 milhões; em 28 de junho cedeu a menor à Spruce Capital, pelo valor de face; e em 7 de julho a Spruce executou a garantia, ficando com a participação que era da AmBase. O advogado da AmBase disse à imprensa que o orçamento tinha esquecido itens caros como os guindastes.

Naquele julho de 2017, segundo o site 6sqft, a torre estava parada com 20 andares de concreto. A Justiça liberou a execução em agosto, e a torre seguiu até ser coroada, em 2019. A AmBase passou os anos seguintes nos tribunais.

FIG. 05O Steinway Hall, de 1925, na 57th Street em maio de 2026, com a torre atrás.Ajay Suresh · CC BY 4.0

05Quem levantou a torre

Não há registro público de quantas pessoas trabalharam no canteiro, nem no pico nem no total. O retrato mais preciso dos operários vem de um processo criminal. Em 16 de maio de 2018, a promotoria de Manhattan denunciou a Parkside Construction, subempreiteira de concreto e alvenaria que trabalhava nesta e em outras sete obras da ilha, por desviar mais de US$ 1,7 milhão em salários de pelo menos 520 trabalhadores entre 2014 e 2017. O ponto era registrado por máquinas de reconhecimento facial no canteiro, e as folhas impressas eram depois alteradas para menos horas.

A mesma denúncia acusa a empresa de esconder mais de US$ 40 milhões de folha de pagamento do seguro estadual de acidentes de trabalho. Os 520 trabalhadores somam as oito obras, não só esta; e, como a própria promotoria ressaltava, as acusações não são condenação.

Nenhuma morte de trabalhador foi registrada nas fontes consultadas. O relatório de acidentes do Departamento de Edificações anotou quatro ferimentos leves no endereço em abril e maio de 2015, entre eles um eletricista atingido nos olhos por um arco elétrico. Os acidentes que a cidade viu foram outros: em janeiro de 2020, um bloco de terracota caiu da torre e furou o teto de um táxi na 57th Street, com o passageiro dentro; e em 29 de outubro de 2020, com vento forte, o guindaste do topo girou, um cabo pendurado da lança bateu na fachada e vidro e alumínio caíram na rua. A 57th Street foi fechada, o metrô foi desviado e a prefeitura parou a obra. Ninguém se feriu.

FIG. 06A rotunda do Steinway Hall em fevereiro de 2026, reaberta ao público.Epicgenius · CC BY-SA 4.0

06A casa dos pianos

O Steinway Hall foi projetado pelo escritório Warren & Wetmore e construído em 1924 e 1925 para a Steinway & Sons, que acompanhou a mudança da vida musical de Nova York para a 57th Street depois da abertura do Carnegie Hall, em 1891, segundo a Comissão de Preservação de Marcos. É um prédio neoclássico de 16 andares, com a frente em calcário de Indiana e uma torre com telhado piramidal. No térreo, uma rotunda com cúpula servia de salão de vendas.

Na venda de 2013, a fabricante teve até 18 meses para sair. A rotunda e o saguão foram restaurados, e os andares de cima do prédio antigo viraram apartamentos do mesmo condomínio da torre. Em 9 de fevereiro de 2026, a casa de leilões Bonhams abriu ali sua sede americana, em 42 mil pés quadrados, e reabriu a rotunda ao público depois de uma década fechada.

No mesmo ano, a briga do dinheiro mudou de patamar. Em 28 de maio de 2026, o Court of Appeals, a mais alta corte do estado de Nova York, decidiu por 4 a 3 que um credor com critério exclusivo para ceder um empréstimo continua obrigado à boa-fé, e mandou de volta à primeira instância a acusação da AmBase de que a Apollo cedeu a parcela à Spruce para lhe tirar o investimento. A torre, que passou anos com mais da metade dos apartamentos encalhada, chegou a abril de 2026 com 58 de 59 unidades vendidas, segundo o The Real Deal.

MITOSO que circula e o que o registro diz

  • O que circula

    É o prédio mais alto de Nova York.

    O que o registro diz

    Em 2026, era o terceiro mais alto da cidade e o quarto da América do Norte, segundo o Council on Tall Buildings and Urban Habitat. O recorde dele é de esbeltez, não de altura.

  • O que circula

    Tem o amortecedor mais pesado do mundo, maior que o do Taipei 101.

    O que o registro diz

    A comparação mistura unidades. As 800 'tons' da torre, se forem toneladas americanas, como é o uso nos EUA, dão cerca de 725 toneladas métricas; o pêndulo do Taipei 101 tem 660 toneladas métricas, e o da Shanghai Tower, na China, cerca de mil.

  • O que circula

    As fachadas leste e oeste são paredes cegas, sem nenhuma janela.

    O que o registro diz

    As paredes de concreto que seguram a torre ficam nessas fachadas, que por isso são mais fechadas e revestidas de terracota. Mas há faixas envidraçadas entre as pilastras; o vidro contínuo fica nas faces norte e sul.

  • O que circula

    Mais de 500 operários da torre tiveram salários roubados.

    O que o registro diz

    A promotoria de Manhattan fala em pelo menos 520 trabalhadores lesados pela subempreiteira Parkside, mas somando oito obras diferentes, das quais esta é uma.

  • O que circula

    Usa o concreto mais resistente do mundo.

    O que o registro diz

    A frase vem do material dos incorporadores. O concreto de até 14.000 psi, cerca de 96,5 MPa, é de altíssimo desempenho, mas a afirmação de recorde mundial não tem confirmação independente.

PERGUNTASPerguntas frequentes

Qual a altura do 111 West 57th Street?

São 435,3 metros de altura arquitetônica, em 84 andares, segundo o Council on Tall Buildings and Urban Habitat. Em 2026 era o terceiro prédio mais alto de Nova York; o recorde dele é de esbeltez, não de altura.

Por que o 111 West 57th Street é o arranha-céu mais fino do mundo?

Porque a torre tem cerca de 18 metros de largura na direção mais estreita e 435,3 metros de altura, umas 24 vezes mais alta do que larga. As fontes dão a relação entre largura e altura como 1 para 23 ou 1 para 24.

Como o 111 West 57th Street não balança com o vento?

Duas paredes de concreto correm a altura inteira nas fachadas leste e oeste, travadas entre si e ao núcleo em andares técnicos. No topo, um amortecedor de massa sintonizado, de 800 tons americanas, cerca de 725 toneladas métricas, se move contra o balanço e o amortece.

Quanto custou o 111 West 57th Street?

A obra teve financiamento de US$ 725 milhões em 2015, entre hipoteca da AIG e empréstimo mezanino da Apollo. O custo total diverge entre as fontes: US$ 1 bilhão numa reportagem de 2017 e US$ 2 bilhões em outras.

Quais foram os problemas na construção do 111 West 57th Street?

Em julho de 2017 a obra parou com 20 andares, depois de um estouro de cerca de US$ 57 milhões levar o empréstimo mezanino à inadimplência e à execução que eliminou a sócia AmBase. Em 2020, um bloco de terracota e destroços da fachada caíram na rua, sem feridos, e a prefeitura parou a obra.

Episódio 33 · estreia 20 de maio de 2027

Episódio em produção

Toda semana, uma obra que não deveria ter ficado de pé.

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FONTESFontes

  1. Council on Tall Buildings and Urban Habitat, The Skyscraper Center, "111 West 57th Street" — skyscrapercenter.com
  2. The Skyscraper Museum, "Supertall!", "111 West 57th Street" — skyscraper.org
  3. Sara Hart, "A Cliff Dweller's Guide to Tall Skinny Buildings", Architectural Record, 2021 — architecturalrecord.com
  4. The Builders Report, "111 West 57th Street" — thebuildersreport.com
  5. SHoP Architects, "111 West 57th" — shoparc.com
  6. "SHoP Architects-designed NYC skyscraper tops out", Construction Specifier, 2019 — constructionspecifier.com
  7. NYC Landmarks Preservation Commission, Steinway Hall, Designation List 331, LP-2100, 2001 — s-media.nyc.gov
  8. NYC Department of Buildings, relatório de acidentes de obra, 12 meses até setembro de 2015 — nyc.gov
  9. Promotoria de Manhattan, comunicado sobre a Parkside Construction, 16/05/2018 — nyc.gov
  10. New York Court of Appeals, 111 W. 57th Inv. LLC v 111 W57 Mezz Inv. LLC, 2026 NY Slip Op 03376, 28/05/2026 — caselaw.findlaw.com
  11. "A supertall order: New York's high court decision in Steinway Tower lawsuit…", amNY, 2026 — amny.com
  12. "World's skinniest skyscraper at 111 West 57th Street stalled at 20 stories by soaring costs", 6sqft, 2017 — 6sqft.com
  13. "Foreclosure moves ahead at Billionaires' Row supertall 111 West 57th Street", 6sqft, 2017 — 6sqft.com
  14. "How 111 West 57th went from Billionaires' Row dud to darling", The Real Deal, 2026 — therealdeal.com
  15. "Stop Work Order Issued After Spinning Crane Sends Large Slabs Of Metal Falling Onto Midtown Street", CBS New York, 2020 — cbsnews.com
  16. "Debris falls from spinning crane atop 'skinniest' building in world", Fox 5 NY, 2020 — fox5ny.com
  17. Bonhams, comunicado sobre a nova sede americana no Steinway Hall — bonhams.com
  18. "NYC Tallest Condo Corridor Gets New Entrant With Steinway", Bloomberg, 2013 — millersamuel.com

Imagens

  • Fig. 01 — A torre vista do Central Park em maio de 2023: Benoît Prieur · CC0
  • Fig. 02 — Em janeiro de 2020, ainda em obra, com o guindaste preso à lateral, vista do Columbus Circle ao lado da One57: Jim.henderson · CC BY-SA 4.0
  • Fig. 03 — O Billionaires' Row visto do sul em dezembro de 2020: a Central Park Tower à esquerda e, à direita, a 111 West 57th Street ainda com guindaste: Itrytohelp32 · CC BY-SA 4.0
  • Fig. 04 — As pilastras de terracota e bronze da fachada, vistas da 57th Street em 2021: Kidfly182 · CC BY-SA 4.0
  • Fig. 05 — O Steinway Hall, de 1925, na 57th Street em maio de 2026, com a torre atrás: Ajay Suresh · CC BY 4.0
  • Fig. 06 — A rotunda do Steinway Hall em fevereiro de 2026, reaberta ao público: Epicgenius · CC BY-SA 4.0