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Arquitetura do Impossível
Caixa de vidro escuro e concreto suspensa sobre a calçada, presa entre dois grandes pórticos vermelhos, com pedestres passando por baixo e prédios altos ao fundo O MASP visto da Avenida Paulista em 2017: o volume suspenso, os pórticos vermelhos e a praça aberta embaixo. — Mike Peel · CC BY-SA 4.0
Obra 15 · Brasil

MASP

Avenida Paulista, Bela Vista, São Paulo, Brasil · 1960–1968

Suspender um museu inteiro oito metros acima da Avenida Paulista, sobre quatro pilares e um vão de mais de 70 metros sem nenhuma coluna no meio, com uma técnica de concreto protendido que o próprio engenheiro teve de inventar.

No meio da Avenida Paulista, em São Paulo, no Brasil, onde todos os prédios sobem, um deles fica deitado no ar. O Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, o MASP, é uma caixa de concreto e vidro de dois andares, erguida oito metros acima do chão, sobre quatro pilares. Embaixo dela, onde caberiam colunas, há uma praça aberta à cidade.

O desenho é da arquiteta Lina Bo Bardi; o cálculo, do engenheiro José Carlos de Figueiredo Ferraz. Para vencer um vão de 70 ou 74 metros, conforme a medição, ele usou concreto de alta resistência criado durante a própria obra e um sistema de protensão de sua invenção. O prédio foi inaugurado em 7 de novembro de 1968 pela rainha Elizabeth II, e o plano de conservação de 2018 manda medir as vigas de seis em seis meses, sem prazo para acabar, para ver quanto cederam.

FICHAFicha da obra

Por quêO MASP, museu privado fundado em 1947 por Assis Chateaubriand e Pietro Maria Bardi, funcionava em andares do prédio dos Diários Associados, na Rua Sete de Abril, no centro de São Paulo, e logo precisou de sede própria. O terreno escolhido foi o do antigo Belvedere Trianon, demolido em 1951, de frente para o Parque Trianon e com vista para o vale da Avenida Nove de Julho.2+ fontes
O terrenoA versão mais repetida diz que Joaquim Eugênio de Lima doou o terreno à Prefeitura com a condição de preservar a vista do belvedere, e que o vão livre nasceu dessa exigência. O historiador Daniele Pisani, em livro de 2019, sustenta que não houve doação nem cláusula: o lote foi vendido à Prefeitura por José Borges de Figueiredo, sócio de Lima.diverge
ProjetoLina Bo Bardi (1914–1992). Um volume suspenso a 8 m do chão, que transforma o térreo numa praça pública, e um volume semienterrado voltado para a Avenida Nove de Julho.o início do projeto aparece como 1956, 1957 ou 1958, conforme a fonte2+ fontes
EstruturaJosé Carlos de Figueiredo Ferraz (1918–1994), professor da Politécnica e da FAU da USP. Concreto armado de alta resistência e protensão com o Sistema Ferraz, de ancoragem própria, uma das primeiras patentes brasileiras de protensão.2+ fontes
Como fica de péQuatro pilares de 2,5 × 4 m e dois pares de vigas-caixa protendidas, um na cobertura e outro entre os andares. O primeiro andar fica pendurado nas vigas intermediárias; o segundo, a Pinacoteca, apoia-se nelas.segundo o plano de conservação da estrutura feito pelo museu com a Fundação Getty em 20181 fonte
Quem pagouA Prefeitura de São Paulo, dona do prédio e do terreno. A obra atravessou os mandatos dos prefeitos Ademar de Barros, Prestes Maia e Faria Lima.a propriedade municipal é declarada pela própria Prefeitura1 fonte
CustoNenhuma fonte consultada publica quanto custou a obra.sem registro
PrazoObra iniciada em 1958 ou em 1960, conforme a fonte, com dificuldades técnicas e financeiras e várias paralisações. Inauguração em 7 de novembro de 1968, com a rainha Elizabeth II e o príncipe Philip.a data de inauguração é confirmada; o início da obra divergediverge
OperáriosNenhuma fonte consultada registra quantos trabalharam na obra, nem no total nem no pico.sem registro
Mortes e acidentesNenhuma fonte consultada registra mortos ou feridos na construção.sem registro
MedidasVão de 74 m segundo o plano de conservação do museu e a maior parte da imprensa; 70 m segundo um artigo técnico da revista AU (2014) e um estudo acadêmico de 2015. Vigas de cobertura com 78 m de comprimento e seção de 2,5 × 3,5 m. Pilares com 35,35 m de altura total, 21,25 m acima da praça.diverge
As vigas que cederamAs vigas superiores deformaram mais que o previsto desde a retirada do escoramento, em 1968. Em 1999 receberam uma segunda protensão, com quatro cabos novos dentro de cada viga-caixa. O monitoramento continua.segundo o plano de conservação da estrutura (2018)1 fonte
O vermelhoAté 1990 a estrutura era de concreto aparente. Para conter infiltrações que desciam pelos pilares e vigas até a Pinacoteca, pilares e vigas externos foram pintados com tinta impermeabilizante vermelha, solução aprovada com Lina Bo Bardi.a aprovação de Lina consta só do plano de conservação do museu (2018)2+ fontes
TombamentoEstadual (CONDEPHAAT) em 1982; municipal (CONPRESP) em 1991 ou 1992; federal (IPHAN) em 2003 ou 2008, conforme a fonte. O acervo foi tombado pelo IPHAN em 1969.diverge
HojeRestauro dos pórticos de abril de 2024 a abril de 2025. Edifício Pietro Maria Bardi, anexo de 14 andares pago com R$ 250 milhões em doações, aberto em 28/03/2025. Passagem subterrânea entre os dois prédios aberta em 11/09/2026.2+ fontes
2+ fontes Confirmado em duas ou mais fontes independentes.1 fonte Uma fonte só; o texto diz qual.diverge As fontes discordam; mostramos as versões e não escolhemos.sem registro Ninguém registrou. Dizemos isso em vez de inventar.

01Um museu à procura de chão

O MASP nasceu em 1947, no centro de São Paulo, em andares do edifício dos Diários Associados, o império de jornais e rádios de Assis Chateaubriand. Quem o dirigia era o crítico italiano Pietro Maria Bardi, e quem desenhava as salas e as exposições era a mulher dele, a arquiteta Lina Bo Bardi, chegada ao Brasil em 1946. O museu cresceu depressa e precisou de casa.

A casa ficou no alto da Avenida Paulista, no terreno onde existira o Belvedere Trianon, um mirante projetado por Ramos de Azevedo, inaugurado em 1916 e demolido em 1951. Dali se via o vale da Avenida Nove de Julho, que passa em túneis por baixo do terreno, na direção do centro. O mesmo lote recebeu a primeira Bienal de São Paulo, em 1951, e foi disputado pelo Museu de Arte Moderna de Ciccillo Matarazzo, que chegou a encomendar um projeto a Affonso Eduardo Reidy, nunca construído.

Segundo o plano de conservação da estrutura feito pelo museu, Lina começou o projeto em 1957, e a obra, municipal, começou em 1960; outras fontes falam em 1958.

FIG. 02A Avenida Paulista num cartão-postal de cerca de 1923, com o Belvedere Trianon à esquerda, no terreno onde hoje fica o MASP.Autor não identificado · Domínio público

02Deixar a cidade passar por baixo

A ideia de Lina foi não ocupar o chão. O museu seria uma caixa de vidro de dois andares, suspensa oito metros acima da calçada, e o térreo ficaria livre, como uma praça coberta com vista para o vale. Embaixo, encaixado no desnível do terreno, um segundo volume semienterrado abrigaria auditórios e salas de exposição.

Por muito tempo se contou que esse vão livre era uma obrigação: Joaquim Eugênio de Lima, criador da Avenida Paulista, teria doado o terreno à Prefeitura exigindo que a vista do belvedere fosse preservada. A história aparece em livros, em páginas oficiais e até em processos de preservação. Em 2019, o historiador Daniele Pisani publicou que não houve doação nem cláusula: o lote teria sido vendido à Prefeitura por José Borges de Figueiredo, sócio de Lima, e a versão da exigência teria sido difundida por Pietro Maria Bardi. Se Pisani estiver certo, o vão não foi imposto a Lina. Foi escolha dela.

FIG. 03A obra em novembro de 1965: o volume superior ainda inteiro dentro dos andaimes do escoramento.Autor não identificado (Arquivo Histórico de São Paulo, Prefeitura de São Paulo) · Domínio público

03O cálculo de Figueiredo Ferraz

Para segurar a caixa sem colunas no meio, o engenheiro José Carlos de Figueiredo Ferraz, que tinha sido secretário de Obras do município, propôs dois pórticos de concreto. Cada um é formado por dois pilares e uma viga gigante no alto, na cobertura; um segundo par de vigas, entre os andares, sustenta os pisos. O vão entre os pilares aparece como 74 metros no plano de conservação do museu e como 70 metros num artigo técnico da revista AU, de 2014. As vigas da cobertura têm 78 metros de comprimento e seção oca de 2,5 por 3,5 metros.

O segredo é a protensão: cabos de aço esticados dentro do concreto, que comprimem a viga e a fazem trabalhar contra o próprio peso. Segundo o plano de conservação, Ferraz não pôde usar o sistema francês Freyssinet de ancoragem e criou o seu, o Sistema Ferraz, em que os fios fazem um laço na ponta fixa e voltam pela mesma bainha. O concreto de alta resistência foi desenvolvido durante a obra e esquentava tanto ao endurecer que as bainhas dos cabos serviram também para tirar calor.

Segundo o artigo da AU, assinado por Marcelo Suzuki e Roberto Rochlitz, a protensão levou várias semanas, um pouco a cada dia, em centenas de cabos, e encurtou as vigas em cerca de cinco centímetros. Para que elas pudessem se mover enquanto eram esticadas, um dos apoios de cada viga é articulado, com um pivô escondido dentro do pilar.

FIG. 04Debaixo do volume suspenso, em 2013: a praça do vão livre, sem nenhuma coluna até os pilares do outro lado.Harry Wood · CC BY-SA 2.0

04Oito metros acima da Paulista

Os quatro pilares têm 2,5 por 4 metros de seção e 35,35 metros de altura total, dos quais 14,10 ficam enterrados, sobre sapatas de 12,5 por 9,5 metros. O primeiro andar não se apoia nas vigas intermediárias: fica pendurado nelas por tirantes. O segundo, a Pinacoteca, descansa sobre elas, num salão único sem uma divisória.

A obra foi lenta. O plano de conservação fala em dificuldades técnicas e financeiras e em vários momentos de paralisação, e uma foto do arquivo da Prefeitura, de novembro de 1965, mostra o volume superior ainda inteiro dentro dos andaimes do escoramento. Quantos operários passaram pelo canteiro, quanto a cidade gastou e se houve acidentes, as fontes consultadas não registram.

O museu foi inaugurado em 7 de novembro de 1968 pela rainha Elizabeth II, acompanhada do príncipe Philip, na única visita dela ao Brasil. Na Pinacoteca, os quadros não estavam nas paredes: flutuavam em lâminas de vidro presas a blocos de concreto, os cavaletes de cristal de Lina.

FIG. 05O MASP e o Edifício Pietro Maria Bardi, o anexo de 14 andares, em fevereiro de 2025, semanas antes da abertura.Mauro Cateb · CC BY-SA 4.0

05As vigas que cederam e o vermelho

Quando o escoramento foi retirado, em 1968, as vigas superiores desceram mais do que o previsto. O plano de conservação atribui isso a um desempenho parcial da protensão original. A deformação fazia a água empoçar no teto, e uma vistoria de 1987 achou concreto deteriorado nas vigas e nos pilares. A cobertura foi refeita, mas a água continuava entrando: atravessava o concreto poroso das vigas e pilares externos, juntava-se no vazio dentro deles e descia até a Pinacoteca.

Em 1990, a estrutura externa foi pintada com tinta impermeabilizante vermelha, solução que, segundo o plano de conservação, foi aprovada com Lina Bo Bardi. Um dos argumentos foi a existência de croquis da arquiteta com a estrutura em vermelho, argumento que o próprio plano de conservação considera discutível. O vermelho, de todo modo, virou a imagem do prédio.

Em 1999, o escritório que sucedeu Figueiredo Ferraz fez uma segunda protensão nas vigas da cobertura, com quatro cabos novos dentro de cada viga-caixa. Ao abrir as vigas, os técnicos encontraram o interior deteriorado e fôrmas de madeira com cupins, deixadas lá dentro desde a construção. Os cavaletes de cristal saíram da Pinacoteca em 1996 e voltaram em 2015.

06Cinza, vermelho e um túnel

Em abril de 2024 começou o restauro dos pórticos, que o museu descreveu como o primeiro significativo desde a inauguração. A tinta foi retirada, as armaduras oxidadas foram tratadas, e por meses a Paulista viu os pórticos do MASP cinza. O vermelho voltou a partir de junho, numa tinta da AkzoNobel batizada de Vermelho MASP, e o restauro foi entregue em abril de 2025.

Em novembro de 2024, a Prefeitura, dona do prédio e do terreno, concedeu o vão livre ao museu por 20 anos. Em 28 de março de 2025 abriu o Edifício Pietro Maria Bardi, um prédio vizinho dos anos 1950 transformado pelo escritório METRO Arquitetos em anexo de 14 andares, pago com R$ 250 milhões em doações de pessoas físicas. O prédio de Lina passou a levar o nome dela.

Em 11 de setembro de 2026, o museu abriu a passagem subterrânea que liga os dois edifícios. Nas paredes, Beatriz Milhazes fez Pietrolina, uma obra de 98 metros, com uma pintura de 60 metros e elementos refletores numa parede de 38. O prédio que Lina levantou do chão para deixar a cidade passar por baixo ganhou, 58 anos depois, um caminho por baixo da terra, e o vão continua livre.

MITOSO que circula e o que o registro diz

  • O que circula

    O vão livre existe porque o doador do terreno exigiu que a vista do belvedere fosse preservada.

    O que o registro diz

    É a versão mais repetida, inclusive em páginas oficiais. O historiador Daniele Pisani sustenta, em livro de 2019, que não houve doação nem cláusula: o terreno foi vendido à Prefeitura por José Borges de Figueiredo, e a história da exigência foi difundida por Pietro Maria Bardi. As duas versões continuam em circulação.

  • O que circula

    O MASP sempre foi vermelho.

    O que o registro diz

    De 1968 a 1990 a estrutura era de concreto aparente. O vermelho entrou em 1990 como tinta impermeabilizante, para conter infiltrações, com aprovação de Lina Bo Bardi, segundo o plano de conservação.

  • O que circula

    Era o maior vão livre do mundo quando foi inaugurado.

    O que o registro diz

    A frase aparece em enciclopédias e na imprensa, mas nenhuma das fontes técnicas consultadas a sustenta. O que elas confirmam é um vão de 70 a 74 metros, conforme a medição, excepcional para um edifício suspenso em 1968.

  • O que circula

    O museu inteiro está apoiado sobre as vigas.

    O que o registro diz

    Só em parte. O segundo andar, a Pinacoteca, apoia-se nas vigas intermediárias; o primeiro fica pendurado nelas por tirantes, segundo o plano de conservação da estrutura.

PERGUNTASPerguntas frequentes

Quem projetou o MASP?

A arquiteta Lina Bo Bardi desenhou o prédio: um volume suspenso a 8 m do chão, que transforma o térreo numa praça, e outro semienterrado. O cálculo estrutural é do engenheiro José Carlos de Figueiredo Ferraz, professor da Politécnica e da FAU da USP.

Quando foi construído o MASP?

A obra começou em 1958 ou em 1960, conforme a fonte, e teve dificuldades técnicas e financeiras e várias paralisações. O museu foi inaugurado em 7 de novembro de 1968 pela rainha Elizabeth II, acompanhada do príncipe Philip.

Como foi construído o vão livre do MASP?

O museu fica sobre quatro pilares e dois pares de vigas-caixa de concreto protendido, um na cobertura e outro entre os andares. Figueiredo Ferraz usou concreto de alta resistência desenvolvido durante a obra e um sistema de protensão de sua invenção, o Sistema Ferraz; o primeiro andar fica pendurado nas vigas por tirantes.

Qual o tamanho do vão livre do MASP?

As medições divergem: 74 m segundo o plano de conservação do museu e a maior parte da imprensa, 70 m segundo um artigo técnico da revista AU, de 2014. O volume suspenso fica 8 m acima da praça.

Por que o MASP é vermelho?

Até 1990 a estrutura era de concreto aparente. Naquele ano, pilares e vigas externos foram pintados com tinta impermeabilizante vermelha para conter infiltrações que desciam até a Pinacoteca, solução aprovada com Lina Bo Bardi, segundo o plano de conservação do museu.

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MAISLeia também

FONTESFontes

  1. Silvio Oksman (coord.) e equipe Getty-MASP, "Plano de Conservação da Estrutura do MASP", Fundação Getty, programa Keeping It Modern, 2018 — getty.edu
  2. Marcelo Suzuki e Roberto Rochlitz, "A estrutura do Masp, de Lina Bo Bardi", revista AU, n.º 249, 2014 (reprodução do IAB-TO) — iabto.blogspot.com
  3. Rita Casaro, "Masp, uma singular obra de arte da engenharia", Jornal do Engenheiro (SEESP), n.º 522, 2018 — seesp.org.br
  4. FGV-CPDOC, verbete "José Carlos de Figueiredo Ferraz", Dicionário Histórico-Biográfico Brasileiro — www18.fgv.br
  5. Stephen Mark Caffey e Gabriela Campagnol, "Dis/Solution: Lina Bo Bardi's Museu de Arte de São Paulo", Journal of Conservation and Museum Studies, 2015 — jcms-journal.com
  6. Daniele Pisani, "O Trianon do MAM ao Masp: arquitetura e política em São Paulo (1946–1968)", Editora 34, 2019
  7. Folha de S.Paulo, "Historiador revela mentira sobre vão-livre do Masp antes da construção do museu", 09/07/2019 (reprodução do Fórum Permanente) — forumpermanente.org
  8. Prefeitura de São Paulo, "Prefeitura concederá vão-livre do Masp ao próprio museu por 20 anos para atividades culturais", 12/11/2024 — prefeitura.sp.gov.br
  9. Tribunal de Contas do Município de São Paulo, "MASP" — lgpd.tcm.sp.gov.br
  10. Poder360, "Rainha Elizabeth inaugurou prédio do Masp na Avenida Paulista", 09/09/2022 — poder360.com.br
  11. Correio Braziliense, "Como foi construído o vão livre do Masp" — correiobraziliense.com.br
  12. IstoÉ Dinheiro, "Masp abre mão do vermelho durante restauro do prédio de Lina Bo Bardi", 23/04/2024 — istoedinheiro.com.br
  13. Cimento Itambé, "MASP realiza o maior projeto de restauro desde a sua inauguração", 15/05/2024 — cimentoitambe.com.br
  14. CNN Brasil, "Cor vermelha volta a fazer parte da fachada do Masp", 10/06/2024 — cnnbrasil.com.br
  15. Folha do ABC, "MASP entrega restauro dos pórticos com sistema de pintura da AkzoNobel", 20/04/2025 — folhadoabc.com.br
  16. Elle Brasil, "Novo edifício do Masp será aberto ao público em março de 2025", 26/11/2024 — elle.com.br
  17. Cidade de São Paulo, "MASP inaugura novo edifício Pietro Maria Bardi e expõe Cinco Ensaios sobre o MASP", 2025 — cidadedesaopaulo.com
  18. Portal Tela, "MASP inaugura túnel subterrâneo com instalação de quase 100 metros", 10/09/2026 — portaltela.com
  19. Portal Democrata, "Masp abre nova passagem subterrânea na Avenida Paulista", 11/09/2026 — portaldemocrata.com.br
  20. Revista Business, "Beatriz Milhazes transforma passagem do MASP em obra imersiva de 98 metros na Avenida Paulista", 17/09/2026 — revistabusiness.com.br
  21. Wikipédia, "Museu de Arte de São Paulo" (ponto de partida) — pt.wikipedia.org

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