No meio da Avenida Paulista, em São Paulo, no Brasil, onde todos os prédios sobem, um deles fica deitado no ar. O Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, o MASP, é uma caixa de concreto e vidro de dois andares, erguida oito metros acima do chão, sobre quatro pilares. Embaixo dela, onde caberiam colunas, há uma praça aberta à cidade.
O desenho é da arquiteta Lina Bo Bardi; o cálculo, do engenheiro José Carlos de Figueiredo Ferraz. Para vencer um vão de 70 ou 74 metros, conforme a medição, ele usou concreto de alta resistência criado durante a própria obra e um sistema de protensão de sua invenção. O prédio foi inaugurado em 7 de novembro de 1968 pela rainha Elizabeth II, e o plano de conservação de 2018 manda medir as vigas de seis em seis meses, sem prazo para acabar, para ver quanto cederam.
FICHAFicha da obra
| Por quê | O MASP, museu privado fundado em 1947 por Assis Chateaubriand e Pietro Maria Bardi, funcionava em andares do prédio dos Diários Associados, na Rua Sete de Abril, no centro de São Paulo, e logo precisou de sede própria. O terreno escolhido foi o do antigo Belvedere Trianon, demolido em 1951, de frente para o Parque Trianon e com vista para o vale da Avenida Nove de Julho. | 2+ fontes |
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| O terreno | A versão mais repetida diz que Joaquim Eugênio de Lima doou o terreno à Prefeitura com a condição de preservar a vista do belvedere, e que o vão livre nasceu dessa exigência. O historiador Daniele Pisani, em livro de 2019, sustenta que não houve doação nem cláusula: o lote foi vendido à Prefeitura por José Borges de Figueiredo, sócio de Lima. | diverge |
| Projeto | Lina Bo Bardi (1914–1992). Um volume suspenso a 8 m do chão, que transforma o térreo numa praça pública, e um volume semienterrado voltado para a Avenida Nove de Julho.o início do projeto aparece como 1956, 1957 ou 1958, conforme a fonte | 2+ fontes |
| Estrutura | José Carlos de Figueiredo Ferraz (1918–1994), professor da Politécnica e da FAU da USP. Concreto armado de alta resistência e protensão com o Sistema Ferraz, de ancoragem própria, uma das primeiras patentes brasileiras de protensão. | 2+ fontes |
| Como fica de pé | Quatro pilares de 2,5 × 4 m e dois pares de vigas-caixa protendidas, um na cobertura e outro entre os andares. O primeiro andar fica pendurado nas vigas intermediárias; o segundo, a Pinacoteca, apoia-se nelas.segundo o plano de conservação da estrutura feito pelo museu com a Fundação Getty em 2018 | 1 fonte |
| Quem pagou | A Prefeitura de São Paulo, dona do prédio e do terreno. A obra atravessou os mandatos dos prefeitos Ademar de Barros, Prestes Maia e Faria Lima.a propriedade municipal é declarada pela própria Prefeitura | 1 fonte |
| Custo | Nenhuma fonte consultada publica quanto custou a obra. | sem registro |
| Prazo | Obra iniciada em 1958 ou em 1960, conforme a fonte, com dificuldades técnicas e financeiras e várias paralisações. Inauguração em 7 de novembro de 1968, com a rainha Elizabeth II e o príncipe Philip.a data de inauguração é confirmada; o início da obra diverge | diverge |
| Operários | Nenhuma fonte consultada registra quantos trabalharam na obra, nem no total nem no pico. | sem registro |
| Mortes e acidentes | Nenhuma fonte consultada registra mortos ou feridos na construção. | sem registro |
| Medidas | Vão de 74 m segundo o plano de conservação do museu e a maior parte da imprensa; 70 m segundo um artigo técnico da revista AU (2014) e um estudo acadêmico de 2015. Vigas de cobertura com 78 m de comprimento e seção de 2,5 × 3,5 m. Pilares com 35,35 m de altura total, 21,25 m acima da praça. | diverge |
| As vigas que cederam | As vigas superiores deformaram mais que o previsto desde a retirada do escoramento, em 1968. Em 1999 receberam uma segunda protensão, com quatro cabos novos dentro de cada viga-caixa. O monitoramento continua.segundo o plano de conservação da estrutura (2018) | 1 fonte |
| O vermelho | Até 1990 a estrutura era de concreto aparente. Para conter infiltrações que desciam pelos pilares e vigas até a Pinacoteca, pilares e vigas externos foram pintados com tinta impermeabilizante vermelha, solução aprovada com Lina Bo Bardi.a aprovação de Lina consta só do plano de conservação do museu (2018) | 2+ fontes |
| Tombamento | Estadual (CONDEPHAAT) em 1982; municipal (CONPRESP) em 1991 ou 1992; federal (IPHAN) em 2003 ou 2008, conforme a fonte. O acervo foi tombado pelo IPHAN em 1969. | diverge |
| Hoje | Restauro dos pórticos de abril de 2024 a abril de 2025. Edifício Pietro Maria Bardi, anexo de 14 andares pago com R$ 250 milhões em doações, aberto em 28/03/2025. Passagem subterrânea entre os dois prédios aberta em 11/09/2026. | 2+ fontes |
01Um museu à procura de chão
O MASP nasceu em 1947, no centro de São Paulo, em andares do edifício dos Diários Associados, o império de jornais e rádios de Assis Chateaubriand. Quem o dirigia era o crítico italiano Pietro Maria Bardi, e quem desenhava as salas e as exposições era a mulher dele, a arquiteta Lina Bo Bardi, chegada ao Brasil em 1946. O museu cresceu depressa e precisou de casa.
A casa ficou no alto da Avenida Paulista, no terreno onde existira o Belvedere Trianon, um mirante projetado por Ramos de Azevedo, inaugurado em 1916 e demolido em 1951. Dali se via o vale da Avenida Nove de Julho, que passa em túneis por baixo do terreno, na direção do centro. O mesmo lote recebeu a primeira Bienal de São Paulo, em 1951, e foi disputado pelo Museu de Arte Moderna de Ciccillo Matarazzo, que chegou a encomendar um projeto a Affonso Eduardo Reidy, nunca construído.
Segundo o plano de conservação da estrutura feito pelo museu, Lina começou o projeto em 1957, e a obra, municipal, começou em 1960; outras fontes falam em 1958.
02Deixar a cidade passar por baixo
A ideia de Lina foi não ocupar o chão. O museu seria uma caixa de vidro de dois andares, suspensa oito metros acima da calçada, e o térreo ficaria livre, como uma praça coberta com vista para o vale. Embaixo, encaixado no desnível do terreno, um segundo volume semienterrado abrigaria auditórios e salas de exposição.
Por muito tempo se contou que esse vão livre era uma obrigação: Joaquim Eugênio de Lima, criador da Avenida Paulista, teria doado o terreno à Prefeitura exigindo que a vista do belvedere fosse preservada. A história aparece em livros, em páginas oficiais e até em processos de preservação. Em 2019, o historiador Daniele Pisani publicou que não houve doação nem cláusula: o lote teria sido vendido à Prefeitura por José Borges de Figueiredo, sócio de Lima, e a versão da exigência teria sido difundida por Pietro Maria Bardi. Se Pisani estiver certo, o vão não foi imposto a Lina. Foi escolha dela.
03O cálculo de Figueiredo Ferraz
Para segurar a caixa sem colunas no meio, o engenheiro José Carlos de Figueiredo Ferraz, que tinha sido secretário de Obras do município, propôs dois pórticos de concreto. Cada um é formado por dois pilares e uma viga gigante no alto, na cobertura; um segundo par de vigas, entre os andares, sustenta os pisos. O vão entre os pilares aparece como 74 metros no plano de conservação do museu e como 70 metros num artigo técnico da revista AU, de 2014. As vigas da cobertura têm 78 metros de comprimento e seção oca de 2,5 por 3,5 metros.
O segredo é a protensão: cabos de aço esticados dentro do concreto, que comprimem a viga e a fazem trabalhar contra o próprio peso. Segundo o plano de conservação, Ferraz não pôde usar o sistema francês Freyssinet de ancoragem e criou o seu, o Sistema Ferraz, em que os fios fazem um laço na ponta fixa e voltam pela mesma bainha. O concreto de alta resistência foi desenvolvido durante a obra e esquentava tanto ao endurecer que as bainhas dos cabos serviram também para tirar calor.
Segundo o artigo da AU, assinado por Marcelo Suzuki e Roberto Rochlitz, a protensão levou várias semanas, um pouco a cada dia, em centenas de cabos, e encurtou as vigas em cerca de cinco centímetros. Para que elas pudessem se mover enquanto eram esticadas, um dos apoios de cada viga é articulado, com um pivô escondido dentro do pilar.
04Oito metros acima da Paulista
Os quatro pilares têm 2,5 por 4 metros de seção e 35,35 metros de altura total, dos quais 14,10 ficam enterrados, sobre sapatas de 12,5 por 9,5 metros. O primeiro andar não se apoia nas vigas intermediárias: fica pendurado nelas por tirantes. O segundo, a Pinacoteca, descansa sobre elas, num salão único sem uma divisória.
A obra foi lenta. O plano de conservação fala em dificuldades técnicas e financeiras e em vários momentos de paralisação, e uma foto do arquivo da Prefeitura, de novembro de 1965, mostra o volume superior ainda inteiro dentro dos andaimes do escoramento. Quantos operários passaram pelo canteiro, quanto a cidade gastou e se houve acidentes, as fontes consultadas não registram.
O museu foi inaugurado em 7 de novembro de 1968 pela rainha Elizabeth II, acompanhada do príncipe Philip, na única visita dela ao Brasil. Na Pinacoteca, os quadros não estavam nas paredes: flutuavam em lâminas de vidro presas a blocos de concreto, os cavaletes de cristal de Lina.
05As vigas que cederam e o vermelho
Quando o escoramento foi retirado, em 1968, as vigas superiores desceram mais do que o previsto. O plano de conservação atribui isso a um desempenho parcial da protensão original. A deformação fazia a água empoçar no teto, e uma vistoria de 1987 achou concreto deteriorado nas vigas e nos pilares. A cobertura foi refeita, mas a água continuava entrando: atravessava o concreto poroso das vigas e pilares externos, juntava-se no vazio dentro deles e descia até a Pinacoteca.
Em 1990, a estrutura externa foi pintada com tinta impermeabilizante vermelha, solução que, segundo o plano de conservação, foi aprovada com Lina Bo Bardi. Um dos argumentos foi a existência de croquis da arquiteta com a estrutura em vermelho, argumento que o próprio plano de conservação considera discutível. O vermelho, de todo modo, virou a imagem do prédio.
Em 1999, o escritório que sucedeu Figueiredo Ferraz fez uma segunda protensão nas vigas da cobertura, com quatro cabos novos dentro de cada viga-caixa. Ao abrir as vigas, os técnicos encontraram o interior deteriorado e fôrmas de madeira com cupins, deixadas lá dentro desde a construção. Os cavaletes de cristal saíram da Pinacoteca em 1996 e voltaram em 2015.
06Cinza, vermelho e um túnel
Em abril de 2024 começou o restauro dos pórticos, que o museu descreveu como o primeiro significativo desde a inauguração. A tinta foi retirada, as armaduras oxidadas foram tratadas, e por meses a Paulista viu os pórticos do MASP cinza. O vermelho voltou a partir de junho, numa tinta da AkzoNobel batizada de Vermelho MASP, e o restauro foi entregue em abril de 2025.
Em novembro de 2024, a Prefeitura, dona do prédio e do terreno, concedeu o vão livre ao museu por 20 anos. Em 28 de março de 2025 abriu o Edifício Pietro Maria Bardi, um prédio vizinho dos anos 1950 transformado pelo escritório METRO Arquitetos em anexo de 14 andares, pago com R$ 250 milhões em doações de pessoas físicas. O prédio de Lina passou a levar o nome dela.
Em 11 de setembro de 2026, o museu abriu a passagem subterrânea que liga os dois edifícios. Nas paredes, Beatriz Milhazes fez Pietrolina, uma obra de 98 metros, com uma pintura de 60 metros e elementos refletores numa parede de 38. O prédio que Lina levantou do chão para deixar a cidade passar por baixo ganhou, 58 anos depois, um caminho por baixo da terra, e o vão continua livre.
MITOSO que circula e o que o registro diz
- O que circula
O vão livre existe porque o doador do terreno exigiu que a vista do belvedere fosse preservada.
O que o registro dizÉ a versão mais repetida, inclusive em páginas oficiais. O historiador Daniele Pisani sustenta, em livro de 2019, que não houve doação nem cláusula: o terreno foi vendido à Prefeitura por José Borges de Figueiredo, e a história da exigência foi difundida por Pietro Maria Bardi. As duas versões continuam em circulação.
- O que circula
O MASP sempre foi vermelho.
O que o registro dizDe 1968 a 1990 a estrutura era de concreto aparente. O vermelho entrou em 1990 como tinta impermeabilizante, para conter infiltrações, com aprovação de Lina Bo Bardi, segundo o plano de conservação.
- O que circula
Era o maior vão livre do mundo quando foi inaugurado.
O que o registro dizA frase aparece em enciclopédias e na imprensa, mas nenhuma das fontes técnicas consultadas a sustenta. O que elas confirmam é um vão de 70 a 74 metros, conforme a medição, excepcional para um edifício suspenso em 1968.
- O que circula
O museu inteiro está apoiado sobre as vigas.
O que o registro dizSó em parte. O segundo andar, a Pinacoteca, apoia-se nas vigas intermediárias; o primeiro fica pendurado nelas por tirantes, segundo o plano de conservação da estrutura.
PERGUNTASPerguntas frequentes
Quem projetou o MASP?
A arquiteta Lina Bo Bardi desenhou o prédio: um volume suspenso a 8 m do chão, que transforma o térreo numa praça, e outro semienterrado. O cálculo estrutural é do engenheiro José Carlos de Figueiredo Ferraz, professor da Politécnica e da FAU da USP.
Quando foi construído o MASP?
A obra começou em 1958 ou em 1960, conforme a fonte, e teve dificuldades técnicas e financeiras e várias paralisações. O museu foi inaugurado em 7 de novembro de 1968 pela rainha Elizabeth II, acompanhada do príncipe Philip.
Como foi construído o vão livre do MASP?
O museu fica sobre quatro pilares e dois pares de vigas-caixa de concreto protendido, um na cobertura e outro entre os andares. Figueiredo Ferraz usou concreto de alta resistência desenvolvido durante a obra e um sistema de protensão de sua invenção, o Sistema Ferraz; o primeiro andar fica pendurado nas vigas por tirantes.
Qual o tamanho do vão livre do MASP?
As medições divergem: 74 m segundo o plano de conservação do museu e a maior parte da imprensa, 70 m segundo um artigo técnico da revista AU, de 2014. O volume suspenso fica 8 m acima da praça.
Por que o MASP é vermelho?
Até 1990 a estrutura era de concreto aparente. Naquele ano, pilares e vigas externos foram pintados com tinta impermeabilizante vermelha para conter infiltrações que desciam até a Pinacoteca, solução aprovada com Lina Bo Bardi, segundo o plano de conservação do museu.
Episódio em produção
Toda semana, uma obra que não deveria ter ficado de pé.

Burj Khalifa
Downtown Dubai, Dubai, Emirados Árabes Unidos · 2004–2010Erguer 828 metros de concreto e aço sobre rocha fraca e água mais salgada que o mar, num deserto de 50 °C, contra um vento que, a essa altura, faria balançar qualquer forma que se repetisse andar após andar.
Ler a obra →MAISLeia também
FONTESFontes
- Silvio Oksman (coord.) e equipe Getty-MASP, "Plano de Conservação da Estrutura do MASP", Fundação Getty, programa Keeping It Modern, 2018 — getty.edu
- Marcelo Suzuki e Roberto Rochlitz, "A estrutura do Masp, de Lina Bo Bardi", revista AU, n.º 249, 2014 (reprodução do IAB-TO) — iabto.blogspot.com
- Rita Casaro, "Masp, uma singular obra de arte da engenharia", Jornal do Engenheiro (SEESP), n.º 522, 2018 — seesp.org.br
- FGV-CPDOC, verbete "José Carlos de Figueiredo Ferraz", Dicionário Histórico-Biográfico Brasileiro — www18.fgv.br
- Stephen Mark Caffey e Gabriela Campagnol, "Dis/Solution: Lina Bo Bardi's Museu de Arte de São Paulo", Journal of Conservation and Museum Studies, 2015 — jcms-journal.com
- Daniele Pisani, "O Trianon do MAM ao Masp: arquitetura e política em São Paulo (1946–1968)", Editora 34, 2019
- Folha de S.Paulo, "Historiador revela mentira sobre vão-livre do Masp antes da construção do museu", 09/07/2019 (reprodução do Fórum Permanente) — forumpermanente.org
- Prefeitura de São Paulo, "Prefeitura concederá vão-livre do Masp ao próprio museu por 20 anos para atividades culturais", 12/11/2024 — prefeitura.sp.gov.br
- Tribunal de Contas do Município de São Paulo, "MASP" — lgpd.tcm.sp.gov.br
- Poder360, "Rainha Elizabeth inaugurou prédio do Masp na Avenida Paulista", 09/09/2022 — poder360.com.br
- Correio Braziliense, "Como foi construído o vão livre do Masp" — correiobraziliense.com.br
- IstoÉ Dinheiro, "Masp abre mão do vermelho durante restauro do prédio de Lina Bo Bardi", 23/04/2024 — istoedinheiro.com.br
- Cimento Itambé, "MASP realiza o maior projeto de restauro desde a sua inauguração", 15/05/2024 — cimentoitambe.com.br
- CNN Brasil, "Cor vermelha volta a fazer parte da fachada do Masp", 10/06/2024 — cnnbrasil.com.br
- Folha do ABC, "MASP entrega restauro dos pórticos com sistema de pintura da AkzoNobel", 20/04/2025 — folhadoabc.com.br
- Elle Brasil, "Novo edifício do Masp será aberto ao público em março de 2025", 26/11/2024 — elle.com.br
- Cidade de São Paulo, "MASP inaugura novo edifício Pietro Maria Bardi e expõe Cinco Ensaios sobre o MASP", 2025 — cidadedesaopaulo.com
- Portal Tela, "MASP inaugura túnel subterrâneo com instalação de quase 100 metros", 10/09/2026 — portaltela.com
- Portal Democrata, "Masp abre nova passagem subterrânea na Avenida Paulista", 11/09/2026 — portaldemocrata.com.br
- Revista Business, "Beatriz Milhazes transforma passagem do MASP em obra imersiva de 98 metros na Avenida Paulista", 17/09/2026 — revistabusiness.com.br
- Wikipédia, "Museu de Arte de São Paulo" (ponto de partida) — pt.wikipedia.org
Imagens
- Fig. 01 — O MASP visto da Avenida Paulista em 2017: o volume suspenso, os pórticos vermelhos e a praça aberta embaixo: Mike Peel · CC BY-SA 4.0
- Fig. 02 — A Avenida Paulista num cartão-postal de cerca de 1923, com o Belvedere Trianon à esquerda, no terreno onde hoje fica o MASP: Autor não identificado · Domínio público
- Fig. 03 — A obra em novembro de 1965: o volume superior ainda inteiro dentro dos andaimes do escoramento: Autor não identificado (Arquivo Histórico de São Paulo, Prefeitura de São Paulo) · Domínio público
- Fig. 04 — Debaixo do volume suspenso, em 2013: a praça do vão livre, sem nenhuma coluna até os pilares do outro lado: Harry Wood · CC BY-SA 2.0
- Fig. 05 — O MASP e o Edifício Pietro Maria Bardi, o anexo de 14 andares, em fevereiro de 2025, semanas antes da abertura: Mauro Cateb · CC BY-SA 4.0
